«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
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quinta-feira, 19 de março de 2020
ESPIRITUALIDADE: À (mal)dita pergunta ...
... a (bem)dita resposta AQUI.
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segunda-feira, 17 de julho de 2017
ESPIRITUALIDADE: Deus, omnipotência e misericórdia
É a misericórdia, como absolvição de toda a maldade, como metamorfose de todo o mal através da metamorfose da relação entre carrasco e vítima, quando esta supera o carrasco não pela força da violência, mas pela força do amor, isso que constitui o ato humano mais poderoso, logo, mais forte. Para saber mais, clicar AQUI.
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quarta-feira, 29 de março de 2017
REFLEXÃO/ATENCÃO/MEDITAÇÃO: O dom da fragilidade e Conselhos para a felicidade: mas como se permite?
O dom da fragilidade
Lidar com a «fragilidade humana» não é algo de especialmente próprio de certos trabalhos, mas o modo comum de as pessoas se relacionarem: todos nós nos relacionamos com as nossas fragilidades, pois todos somos frágeis e não há modo algum de afastar as fragilidades quando partimos para qualquer relação, humana ou outra, por exemplo, com o próprio Deus. Não é a comum fragilidade humana que é problemática, pois é transcendental, isto é, comum a toda a humanidade, mas certas formas de especial fragilidade humana. No seio destas, especialmente as que põem em causa, mediata ou imediatamente, quer a vida humana quer o sentido humano. para saber mais, clicar AQUI.
Conselhos para a felicidade: mas como se permite?
Um dos géneros literários que desde sempre me tem deixado mais perplexo é o dos conselhos para se ser feliz, para se estar em paz consigo próprio e com o mundo à volta. Com que autoridade, a partir de que experiência há quem se permita dizer que coisas fazer para se ser feliz? E que ideia de felicidade está por trás e se quer comunicar? Para saber mais, clicar AQUI.
Lidar com a «fragilidade humana» não é algo de especialmente próprio de certos trabalhos, mas o modo comum de as pessoas se relacionarem: todos nós nos relacionamos com as nossas fragilidades, pois todos somos frágeis e não há modo algum de afastar as fragilidades quando partimos para qualquer relação, humana ou outra, por exemplo, com o próprio Deus. Não é a comum fragilidade humana que é problemática, pois é transcendental, isto é, comum a toda a humanidade, mas certas formas de especial fragilidade humana. No seio destas, especialmente as que põem em causa, mediata ou imediatamente, quer a vida humana quer o sentido humano. para saber mais, clicar AQUI.
Conselhos para a felicidade: mas como se permite?
Um dos géneros literários que desde sempre me tem deixado mais perplexo é o dos conselhos para se ser feliz, para se estar em paz consigo próprio e com o mundo à volta. Com que autoridade, a partir de que experiência há quem se permita dizer que coisas fazer para se ser feliz? E que ideia de felicidade está por trás e se quer comunicar? Para saber mais, clicar AQUI.
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