Com Etty, aprendamos a não colocar demasiado cedo os pontos finais na nossa vida, a não contar somente connosco e com a nossa força. Tantas vezes somos confrontados com a tentação de colocar o ponto final, desiludidos, demasiado prematuramente, porque não contamos com a força de Deus, com o impacto de Deus, com aquilo que Ele pode fazer em nós. E, por isso, em vez de pontos finais, nós devíamos pôr vírgulas. Vírgulas que são esses tempos de espera, esses tempos de suspensão. Para saber mais clicar AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
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segunda-feira, 16 de novembro de 2020
ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Escutar para amar: O caminho interior de Etty Hillesum
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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020
ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Escutar sem preconceitos, dialogar sem impor. Realidade, oração, discernimento
A escuta deve ser o primeiro passo, mas é preciso fazê-lo com a mente e o coração abertos, sem preconceitos. O mundo dos preconceitos, das “escolas de pensamento”, das posições tomadas, faz muito mal… Hoje, por exemplo, na Europa, estamos a viver o preconceito dos populismos, os países fecham-se e voltam as ideologias. Há uma projeção daquilo que eu quero que se faça, que eu quero que se pense, que aconteça… Colocamos filtros. Mas a realidade é outra coisa. A realidade é soberana. Agrade ou não agrade, mas é soberana. E eu tenho de dialogar com a realidade. Para saber mais clicar AQUI.
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018
ESPIRITUALIDADE: COMUNICAR A FÉ EXIGE LINGUAGEM ADEQUADA E ATUAL
Este mês, o Papa Francisco pede aos responsáveis pela transmissão da fé que encontrem a linguagem e os meios adequados para chegar a cada pessoa.
“Rezemos para que as pessoas dedicadas ao serviço da transmissão da fé encontrem uma linguagem adaptada ao presente, em diálogo com a cultura, em diálogo com o coração das pessoas e sobretudo escutando muito”, sustenta o Santo Padre, na edição de dezembro de O Vídeo do Papa, promovido pela sua Rede Mundial de Oração.
Francisco realça a importância de saber escutar na hora de comunicar e convida-nos a adaptarmo-nos a cada contexto, tal como fazia Jesus. Mais informação...
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quinta-feira, 12 de outubro de 2017
REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO. Pensamentos (10)
* É no infortúnio que se descobre quem nos ama.
* A rapariga feia dá culpa ao espelho.
* Deus dá-nos as mãos mas não nos constrói as pontes.
* O dia mais perdido de todos é aquele em que não nos rimos.
* A tristeza é a sombra do demónio.
* Até morrer, fazer o bem e deixar dizer.
* Quem te ama, dir-te-à as verdades. Quem não te quer, as vaidades.
* São cinco os caminhos que nos conduzem à sabedoria: calar, escutar, recordar, estudar e trabalhar.
* A ovelha é sempre ovelha, mesmo quando está vestida com pele de leão.
* Quando damos um passo na direcção de Deus, ele dá sete passos na nossa direcção.
* Se alguém está tão cansado que não te possa dar um sorriso, deixa-lhe o teu.
sexta-feira, 18 de abril de 2014
ESPIRITUALIDADE: Se queres rezar, começa por escutar.
A oração cristã é antes de tudo escuta para chegar ao acolhimento de uma presença, a presença de Deus Pai, Filho e Espírito Santo. A operação é simples mas não é por isso que é fácil, antes é laboriosa e requer capacidade de silêncio interior e exterior, sobriedade, luta contra os múltiplos ídolos que nos ameaçam. Deus fala: esta é a afirmação fundamental que atravessa toda a Escritura, sem a qual não poderemos ter qualquer relação pessoal com Ele. Com decisão absoluta, com iniciativa livre e gratuita, Deus dirigiu-se aos seres humanos para entrar em relação com eles, para instaurar um diálogo finalizado na comunhão. Sim, a escuta é oração e tem um primado absoluto enquanto reconhece a iniciativa de Deus, o facto de Deus ser o sujeito do nosso encontro com Ele: não é passividade, mas resposta ativa, ação por excelência da criatura diante do seu Criador e Senhor. Fica claro, portanto, que a oração autêntica brota onde está a escuta. «Fala, Senhor, que o teu servo escuta» (1 Samuel 3, 9): este é o primeiro ato da oração, que nós – infelizmente – somos constantemente tentados a subverter em: «Escuta, Senhor, que o teu servo fala». Continuar a ler…
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segunda-feira, 12 de agosto de 2013
REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO: Escutar o que em nós é mais fundo
O nosso itinerário existencial nada tem de linear. Bem que gostamos de nos imaginar numa linha contínua e ascendente, mas a própria vida encarrega-se de nos mostrar, até à saciedade, que não é assim. Poderíamos saber o que é a luz sem experimentar a escuridão? E o dia não é seguido pela noite e a noite pelo dia? Como também sabemos que não existe prazer sem dor, e que a capacidade para sentir prazer é proporcional à capacidade para sentir dor. Não será um erro de perspetiva fixar-nos na luz, no dia, no prazer? E a escuridão, a noite, a dor, não são igualmente mestres na vida? São Paulo, numa referência autobiográfica, não diz que, onde abundou o pecado, superabundou a graça? Será possível traçar uma fronteira rigorosamente delimitada entre bem e mal?
Precisamos de abandonar olhares parcelares e crescer numa visão mais unificada. É precisamente a partir dessa visão que é possível a reconciliação dos nossos desejos. Trata-se de um caminho de autenticidade onde é fundamental não mascarar, não reprimir e não culpabilizar. Nenhum desejo é irrelevante. Por detrás de um desejo que nos pode parecer obscuro esconde-se, tantas vezes, uma força vital ainda desconhecida. Importa seguir-lhe o rasto. Todos transportam uma mensagem que pede discernimento. As nossas múltiplas carências apontam no sentido da carência mais profunda. Este é o fio condutor que estamos chamados a seguir. Impõe-se aqui um trabalho interior comparável a uma viagem. Cada ramificação do desejo conduzir-nos-á ao nosso desejo mais profundo. Trata-se de passar da multiplicidade para a unidade. Do plural para o singular. Do superficial para o profundo.
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terça-feira, 14 de agosto de 2012
FÉRIAS (d)e VERÃO com um convite à REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO (14)...
... para, neste tempo da vida, preparar outro tempo, o Outono-Inverno da vida que se segue.
E se "o tempo voa", eles estão já aí!
A arte de escutar
E se "o tempo voa", eles estão já aí!
A arte de escutar
A dada altura passamos a aceitar o invisível em nós e nos outros. Isto é, damos por nós a aceitar serenamente que a vida tem camadas geológicas como a terra, que a vida se expande por tempos de formação ocultos à superfície, e que em todas as existências há uma crosta terrestre e metros e metros de filamentos, mergulhados em silêncio. Ao contrário dos juízos apressadamente rasos, nos quais todos caímos, é preciso dizer que somos inacessíveis. E que os instrumentos que temos para chegar ao coração uns dos outros são inquietantemente limitados. Basta reconhecer como o nosso olhar, este olhar que tão a miúdo absolutizamos, está prisioneiro do presente: aquilo que o olhar anota é sempre e só o presente histórico nas suas configurações. Enquanto que no interior de cada um, o passado e o futuro têm uma força insuspeitável, um impacto a perder de vista.
Ler mais em http://www.snpcultura.org/paisagens_a_arte_de_escutar.html
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domingo, 12 de agosto de 2012
FÉRIAS (d)e VERÃO com um convite à ESPIRITUALIDADE (12)...
... para, neste tempo da vida, preparar outro tempo, o Outono-Inverno da vida que se segue.
E se "o tempo voa", eles estão já aí!
Silêncio de Deus, silêncio crente
Este princípio – que sem silêncio não se sente, não se ouve, não se recebe uma palavra – é válido sobretudo para a oração pessoal, mas também para as nossas liturgias: para facilitar uma escuta autêntica, elas devem ser também ricas de momentos de silêncio e de acolhimento não verbal. É sempre válida a observação de Santo Agostinho: Verbo crescente, verba deficiunt — «Quando o Verbo de Deus cresce, as palavras do homem faltam». Porém, há uma segunda importante relação do silêncio com a oração. Com efeito, não há apenas o nosso silêncio para nos dispor à escuta da Palavra de Deus; muitas vezes, na nossa oração, encontramo-nos diante do silêncio de Deus, experimentamos quase um sentido de abandono, parece-nos que Deus não ouve e não responde.
Ler mais em http://www.snpcultura.org/silencio_Deus_silencio_crente.html
E se "o tempo voa", eles estão já aí!
Silêncio de Deus, silêncio crente
Este princípio – que sem silêncio não se sente, não se ouve, não se recebe uma palavra – é válido sobretudo para a oração pessoal, mas também para as nossas liturgias: para facilitar uma escuta autêntica, elas devem ser também ricas de momentos de silêncio e de acolhimento não verbal. É sempre válida a observação de Santo Agostinho: Verbo crescente, verba deficiunt — «Quando o Verbo de Deus cresce, as palavras do homem faltam». Porém, há uma segunda importante relação do silêncio com a oração. Com efeito, não há apenas o nosso silêncio para nos dispor à escuta da Palavra de Deus; muitas vezes, na nossa oração, encontramo-nos diante do silêncio de Deus, experimentamos quase um sentido de abandono, parece-nos que Deus não ouve e não responde.
Ler mais em http://www.snpcultura.org/silencio_Deus_silencio_crente.html
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