Os livros têm os mesmos inimigos do ser humano: o fogo, a humidade, os insetos, o tempo, o conteúdo. É por isso, por isso, cuidar do livro para que perdure no tempo, não se deteriore. Ao leitor cabe a tarefa da ocupar-se das necessidades do livro, de providenciar à sua integridade, evitando deturpá-lo, desperdiçá-lo, negligenciá-lo ou danificá-lo, dado que ele não sabe defender-se e depende totalmente das nossas atenções. Por fortuna há sempre o bom leitor a tornar bom o livro menos bom. Tornam melhor um jornal os redatores ou os assinantes? Um poema nunca está terminado, mas apenas incompleto, e os livros são as abelhas que transportam o pólen de uma inteligência à outra. Para saber mais clicar AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
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terça-feira, 11 de maio de 2021
ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Livro: Palavra que equivale a dizer amor e que os povos deviam pedir como pedem pão
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domingo, 21 de julho de 2019
FÉRIAS&LAZER: BOAS FÉRIAS e ...
... " «Pensai no tempo de que ainda dispondes, mais do que no tempo que vos falta.» - P. (Card.) Gianfranco Ravasi , in Avvenire AQUI.
... "Através das férias serão regeneradas as relações se se souber partilhar o bem do repouso, evitando enclausurá-lo no egoístico abandono da realidade, a favor de uma procura vazia de si próprio" - D. Cesare Nosiglia, arcebispo de Turim. Mais AQUI.
..."Estamos em pleno verão. Tempo de férias, de relax, de tempos vagarosos. Um tempo precioso, mas não óbvio, e por isso a pedir opções. Com efeito, pode ser um espaço vazio, de total descompromisso, de não sentido, ou tornar-se tempo oportuno para a regeneração do físico, do espírito, das relações. Um tempo a atravessar na gratuidade." - in SIR, Lauro Paoleto. Mais AQUI.
..." Quem recusa toda a forma de repouso arruína a vida a si próprio, mas arrisca-se a arruinar também a dos outros, porque a tentação de se assumir como exemplo de perfeita virtude do vício do trabalho é demasiado forte. Para ele, o repouso é o oposto da produção, e a produção é um bem supremo." - in Avvenire, Umberto Folena. Mais AQUI.
... "Ocupar o tempo. Dar utilidade a uma infinidade de horas inúteis dadas a tantas crianças no tempo de verão. Um exercício exigente para muitas famílias. Multiplicam-se atividades, antecipam-se aprendizagens da escola, procuram-se programas pedagogicamente estimulantes. Na pior das hipóteses, permite-se que o olhar se canse no ecrã pouco arejado de um tablet. Nenhuma destas atividades tem que ser interdita. Com equilíbrio, há lugar para tudo. A tentação aparece quando o desejo de ocupar cada segundo leva a matar o tempo, a tirar-lhe o que tem de imprevisível, espontâneo e gratuito. As crianças e os adultos precisam de aprender o tempo inútil e sem porquês, o riso e a graça das horas aparentemente perdidas.
Haverá um guia prático para não matar o tempo? Não. Não há soluções formatadas, apenas algumas sugestões AQUI.
" Estamos em tempo de férias, e aqui surge-me outro paradoxo, que na realidade é apenas aparente, como o que se declarou ao início na expressão “falar do silêncio”... Não será o caso, antes de ir “de férias”, de perguntar-se, talvez, no silêncio, que uso entendemos fazer do tempo? ". Uma reflexão AQUI.
..."Estamos em pleno verão. Tempo de férias, de relax, de tempos vagarosos. Um tempo precioso, mas não óbvio, e por isso a pedir opções. Com efeito, pode ser um espaço vazio, de total descompromisso, de não sentido, ou tornar-se tempo oportuno para a regeneração do físico, do espírito, das relações. Um tempo a atravessar na gratuidade." - in SIR, Lauro Paoleto. Mais AQUI.
..." Quem recusa toda a forma de repouso arruína a vida a si próprio, mas arrisca-se a arruinar também a dos outros, porque a tentação de se assumir como exemplo de perfeita virtude do vício do trabalho é demasiado forte. Para ele, o repouso é o oposto da produção, e a produção é um bem supremo." - in Avvenire, Umberto Folena. Mais AQUI.
... "Ocupar o tempo. Dar utilidade a uma infinidade de horas inúteis dadas a tantas crianças no tempo de verão. Um exercício exigente para muitas famílias. Multiplicam-se atividades, antecipam-se aprendizagens da escola, procuram-se programas pedagogicamente estimulantes. Na pior das hipóteses, permite-se que o olhar se canse no ecrã pouco arejado de um tablet. Nenhuma destas atividades tem que ser interdita. Com equilíbrio, há lugar para tudo. A tentação aparece quando o desejo de ocupar cada segundo leva a matar o tempo, a tirar-lhe o que tem de imprevisível, espontâneo e gratuito. As crianças e os adultos precisam de aprender o tempo inútil e sem porquês, o riso e a graça das horas aparentemente perdidas.
Haverá um guia prático para não matar o tempo? Não. Não há soluções formatadas, apenas algumas sugestões AQUI.
" Estamos em tempo de férias, e aqui surge-me outro paradoxo, que na realidade é apenas aparente, como o que se declarou ao início na expressão “falar do silêncio”... Não será o caso, antes de ir “de férias”, de perguntar-se, talvez, no silêncio, que uso entendemos fazer do tempo? ". Uma reflexão AQUI.
VERÃO, TEMPO DE AGRADECER
Cláudia Pereira convida-nos a aproveitar as férias para cultivar a gratidão, a oração e o encontro com Deus. Mas também a fazermos aquelas coisas de que mais gostamos e para as quais não há tempo noutras alturas do ano. Leia o texto na íntegra aqui.
As férias ensinam a olhar, perguntar, pensar
É preciso encontrar tempo para ficar a sós, no silêncio, e demorar-se nas perguntas que nos habitam. Se nunca fizermos este “trabalho”, arriscamo-nos a viver à superfície, sem estarmos conscientes, sem conseguir ler a nossa vida e a avaliá-la nas suas expetativas e nos seus fracassos. Os latinos diziam que cada ser humano amadurecido deve conseguir “habitare secum”, a habitar consigo, a escutar-se. É uma necessidade para agarrar a própria vida nas mãos com um mínimo de lucidez, e assim aprender a amar-se a si e aos outros com inteligência e criatividade. Para saber mais clicar AQUI.
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018
ESPIRITUALIDADE: COMUNICAR A FÉ EXIGE LINGUAGEM ADEQUADA E ATUAL
Este mês, o Papa Francisco pede aos responsáveis pela transmissão da fé que encontrem a linguagem e os meios adequados para chegar a cada pessoa.
“Rezemos para que as pessoas dedicadas ao serviço da transmissão da fé encontrem uma linguagem adaptada ao presente, em diálogo com a cultura, em diálogo com o coração das pessoas e sobretudo escutando muito”, sustenta o Santo Padre, na edição de dezembro de O Vídeo do Papa, promovido pela sua Rede Mundial de Oração.
Francisco realça a importância de saber escutar na hora de comunicar e convida-nos a adaptarmo-nos a cada contexto, tal como fazia Jesus. Mais informação...
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terça-feira, 18 de novembro de 2014
SAÚDE: O Marketing secreto
Vejam e expliquem-me: se ela deixou toda a gente de boca aberta, porque razão ninguém aplaude no fim (se conseguirem)? - perguntas bem Paulo.
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quinta-feira, 27 de setembro de 2012
sábado, 28 de julho de 2012
Mais uma...
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