Na vida adulta, aquilo que estimula a agressividade é sempre a perceção (certa ou incorreta) de alguém ter violado o nosso território físico ou psíquico: alguém, portanto, que nos «falta ao respeito» ou que «ultrapassou o limite»; a reação agressiva serve-nos para «pôr o outro no seu lugar»: tudo modos de dizer que indicam bem como ao centro está precisamente o tema da proteção daquilo que sentimos nosso, a partir da imagem que cada um tem de si. Mas porque é que hoje a taxa de agressividade social é tão elevada? Porque é que as modalidades de relacionamento se tornaram tão agressivas a todos os níveis? Para saber mais clicar AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
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terça-feira, 30 de novembro de 2021
segunda-feira, 23 de outubro de 2017
LIVRO&LEITURA: Perdão e esperança
Uma meditação sobre o perdão e a esperança que conduz a uma visão mais extensa do tempo: se o perdão não é apenas perdoar aquilo que sucedeu, mas libertação e impulso para um novo horizonte, a esperança não é ilusão no futuro, mas um olhar em frente, embora radicado no presente. Para saber mais, clicar AQUI.
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segunda-feira, 24 de março de 2014
CINEMA: "Mel"
O fino limite que separa este dos outros casos que até então não questionava, agora tornado evidente, e a inquietude provocada pela explícita ausência do sentido da vida, também camuflada e latente em si própria, transformam a missão de morte de “Mel” numa missão de vida. Ausente de uma referência explícita a Deus, e independentemente do desfecho do filme, é quase impossível não sentir o sopro que impele uma ex-modelo, atriz, nascida no seio de uma família de pintores e músicos onde se combinam sangue e cultura germânica, grega, italiana, francesa e egípcia, a realizar a sua primeira longa metragem sobre temas tão delicado e atuais. Que antes do suicídio assistido são os da solidão, o da débil implicação humana, uns com e para os outros, a ausência de significado e sentido da vida, e o estado terminal de sofrimento em que muitos são colocados por todas aquelas causas.
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