"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

CINEMA&FILME: “Silêncio”

“Silêncio”, "a película, que estará nas salas dos EUA a 23 de dezembro e em Portugal a 19 de janeiro, segundo anunciado pela distribuidora, é extraída do romance homónimo do escritor japonês Shusaku Endō, originalmente publicado em 1966 e editado em Portugal pela D. Quixote."  Para saber mais, clicar AQUI AQUI, AQUI, mais AQUI e, já agora, também AQUI. Basta? Não. Só mais um, aliás dois AQUI & AQUI.
Pondo-me no papel dos outros, dos que não crêem, pergunto-me se Scorsese não poderia ter ido mais longe na forma como revela o Deus que levou e continua a levar os os missionários às terras de missão. Para saber mais, clicar AQUI.
Passar à clandestinidade, mentindo ao poder político, pode ser um acto cristão. Nós não devemos obediência aos ídolos nacionalistas nem sacralizamos o direito positivo. A verdade está noutro lado. Para saber mais, clicar AQUI.
"Quando se está dentro, quem está verdadeiramente preparado para ser realmente herói, isto é, digno em circunstâncias nas quais a alternativa é "abjurar" ou ser morto? Não apenas em relação à fé religiosa, mas em relação à defesa da dignidade humana pura e simplesmente? Quem nunca renegou?". Para saber mais, clicar AQUI.
Romance «Silêncio». Entrevista ao padre Adelino Ascenso, missionário no Japão AQUI.
O filme constitui uma bela obra cinematográfica e uma profunda reflexão sobre as questões da fé, perseguição religiosa e apostasia, mas tem três problemas principais. Para saber mais clicar AQUI.
Sabes como surgiu o filme "Silêncio"? Apresentamos-te um excerto, contextualizado por Rui Fernandes, sj, de uma entrevista a Martin Scorsese, para melhor compreenderes a origem, os meandros e os contornos de um filme que tem deixado milhares em silêncio. Vê aqui

 

Para saber mais sobre "CINEMA&FILMES" que valem - são recomendados pelo SNPCultura - clicar AQUI.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

LIVROS&LEITURAS: "Exercícios espirituais" e "Em viagem"

"Exercícios espirituais": Clássico da espiritualidade cristã relançado com tradução «revisitada»
"Exercícios espirituais" é um «pequeno livro que ao longo de quase cinco séculos tem ajudado muitas pessoas a fazerem um caminho orante para ordenar a sua vida», foi relançado pela Editorial A.O. A «leitura mais fácil, porque menos carregada de referências técnicas (notas, glossário, lugares paralelos...)» e «tradução revisitada» do padre jesuíta Mário Garcia são duas das principais novidades desta edição do clássico de Santo Inácio de Loiola. Leia alguns excertos AQUI.
e
"Em viagem": Papa fala das suas deslocações e revela episódios desconhecidos em novo livro
O papa conta alguns dos principais momentos das suas viagens após o início do pontificado, bem como episódios desconhecidos pelo grande público, no livro "In viaggio" ("Em viagem"), lançado esta terça-feira, em Itália. «Digo-me sempre: valeu a pena», afirma Francisco quando, no regresso ao Vaticano, medita nas viagens, e sublinha que é importante para ele ir ao encontro das Igrejas, «para encorajar as sementes de esperança». Para saber mais, clicar AQUI.



domingo, 15 de janeiro de 2017

PALAVRA DE DOMINGO: Contextual​izá-la para bem a entender e melhor vivê-la: EUCARISTIA, LITURGIA & VIDA!

Considerando:
1. "Três qualidades essenciais de uma homilia: Positiva, concreta, profética" AQUI
2. "A Palavra de Deus no quotidiano da vida eclesial" AQUI
3. "A autora recorda sobretudo a homilia dessa eucaristia, que não fez “lembrar nada a imagem da Igreja” que tinha “de pequenina”, e que a fez afastar-se depois de fazer a “primeira comunhão”. Para saber mais, clicar AQUI
4. "Os leitores mais atentos poderão confirmar se o Papa Francisco é coerente quando exige qualidade nas homilias como fez na exortação apostólica "A alegria do Evangelho" e a sua prática nas missas que celebra em Santa Marta. Basta ler o livro que reproduz muitas daquelas saborosas homilias feriais" - Pe. Rui Osório in JN de 11/1/2015 - "A verdade é um encontro" AQUI
5. Pregação «não é um sermão sobre um tema abstrato»: Vaticano apresenta diretório sobre homilias. Para saber mais clicar, AQUI
6. Diretório homilético: Para falar de fé e beleza mesmo quando não se é «grande orador». Ver AQUI

Então:
Tema do 2º Domingo do Tempo Comum
A liturgia deste domingo coloca a questão da vocação; e convida-nos a situá-la no contexto do projecto de Deus para os homens e para o mundo. Deus tem um projecto de vida plena para oferecer aos homens; e elege pessoas para serem testemunhas desse projecto na história e no tempo.
A primeira leitura apresenta-nos uma personagem misteriosa – Servo de Jahwéh – a quem Deus elegeu desde o seio materno, para que fosse um sinal no mundo e levasse aos povos de toda a terra a Boa Nova do projecto libertador de Deus.
A segunda leitura apresenta-nos um “chamado” (Paulo) a recordar aos cristãos da cidade grega de Corinto que todos eles são “chamados à santidade” – isto é, são chamados por Deus a viver realmente comprometidos com os valores do Reino.
O Evangelho apresenta-nos Jesus, “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Ele é o Deus que veio ao nosso encontro, investido de uma missão pelo Pai; e essa missão consiste em libertar os homens do “pecado” que oprime e não deixa ter acesso à vida plena.
EVANGELHOJo 1,29-34
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Naquele tempo,
João Baptista viu Jesus, que vinha ao seu encontro,
e exclamou:
«Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
Era d’Ele que eu dizia:
“Depois de mim virá um homem,
que passou à minha frente, porque existia antes de mim”.
Eu não O conhecia,
mas para Ele Se manifestar a Israel
é que eu vim baptizar em água».
João deu mais este testemunho:
«Eu vi o Espírito Santo
descer do Céu como uma pomba e repousar sobre Ele.
Eu não O conhecia,
mas quem me enviou a baptizar em água é que me disse:
“Aquele sobre quem vires o Espírito Santo descer e repousar
é que baptiza no Espírito Santo”.
Ora eu vi e dou testemunho de que Ele é o Filho de Deus».

AMBIENTE
A perícopa que nos é proposta integra a secção introdutória do Quarto Evangelho (cf. Jo 1,19-3,36). Aí o autor, com consumada mestria, procura responder à questão: “quem é Jesus?”
João dispõe as peças num enquadramento cénico. As diversas personagens que vão entrando no palco procuram apresentar Jesus. Um a um, os actores chamados ao palco por João vão fazendo afirmações carregadas de significado teológico sobre Jesus. O quadro final que resulta destas diversas intervenções apresenta Jesus como o Messias, Filho de Deus, que possui o Espírito e que veio ao encontro dos homens para fazer aparecer o Homem Novo, nascido da água e do Espírito.
João Baptista, o profeta/percursor do Messias, desempenha aqui um papel especial na apresentação de Jesus (o seu testemunho aparece no início e no fim da secção – cf. Jo 1,19-37; 3,22-36). Ele vai definir aquele que chega e apresentá-lo aos homens. Ao não assinalar-se o auditório, sugere-se que o testemunho de João é perene, dirigido aos homens de todos os tempos e com eco permanente na comunidade cristã.

MENSAGEM
João é, portanto, o apresentador oficial de Jesus. De que forma e em que termos o vai apresentar?
A catequese sobre Jesus que aqui é feita expressa-se através de duas afirmações com um profundo impacto teológico: Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo; e é o Filho de Deus que possui a plenitude do Espírito.
A primeira afirmação (“o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” – Jo 1,29) evoca, provavelmente, duas imagens tradicionais extremamente sugestivas. Por um lado, evoca a imagem do “servo sofredor”, o cordeiro levado para o matadouro, que assume os pecados do seu Povo e realiza a expiação (cf. Is 52,13-53,12); por outro lado, evoca a imagem do cordeiro pascal, símbolo da acção libertadora de Deus em favor de Israel (cf. Ex 12,1-28). Qualquer uma destas imagens sugere que a pessoa de Jesus está ligada à libertação dos homens.
A ideia é, aliás, explicitada pela definição da missão de Jesus: Ele veio para tirar (“eliminar”) “o pecado do mundo”. A palavra “pecado” aparece, aqui, no singular: não designa os “pecados” dos homens, mas um “pecado” único que oprime a humanidade inteira; esse “pecado” parece ter a ver, no contexto da catequese joânica, com a recusa da proposta de vida com que Deus, desde sempre, quis presentear a humanidade (é dessa recusa que resulta o pecado histórico, que desfeia o mundo e que oprime os homens). O “mundo” designa, neste contexto, a humanidade que resiste à salvação, reduzida à escravidão e que recusa a luz/vida que Jesus lhe pretende oferecer… Deus propôs-se tirar a humanidade da situação de escravidão em que esta se encontra; enviou ao mundo Jesus, com a missão de realizar um novo êxodo, que leve os homens da terra da escravidão para a terra da liberdade.
A segunda afirmação (o “Filho de Deus” que possui a plenitude do Espírito Santo e que baptiza no Espírito – cf. Jo 1,32-34) completa a anterior. Há aqui vários elementos bem sugestivos: o “cordeiro” é o Filho de Deus; Ele recebeu a plenitude do Espírito; e tem por missão baptizar os homens no Espírito.
Dizer que Jesus é o Filho de Deus é dizer que Ele é o Deus que se faz pessoa, que vem ao encontro dos homens, que monta a sua tenda no meio dos homens, a fim de lhes oferecer a plenitude da vida divina. A sua missão consiste em eliminar “o pecado” que torna o homem escravo e que o impede de abrir o coração a Deus.
Dizer que o Espírito desce sobre Jesus e permanece sobre Ele sugere que Jesus possui definitivamente a plenitude da vida de Deus, toda a sua riqueza, todo o seu amor. Por outro lado, a descida do Espírito sobre Jesus é a sua investidura messiânica, a sua unção (“messias” = “ungido”). O quadro leva-nos aos textos do Deutero-Isaías, onde o “Servo” aparece como o eleito de Jahwéh, sobre quem Deus derramou o seu Espírito (cf. Is 42,1), a quem ungiu e a quem enviou para “anunciar a Boa Nova aos pobres, para curar os corações destroçados, para proclamar a libertação aos cativos, para anunciar aos prisioneiros a liberdade” (Is 61,1-2).
Jesus é, finalmente, aquele que baptiza no Espírito Santo. O verbo “baptizar” aqui utilizado tem, em grego, duas traduções: “submergir” e “empapar (como a chuva empapa a terra)”; refere-se, em qualquer caso, a um contacto total entre a água e o sujeito. “Baptizar no Espírito” significa, portanto, um contacto total entre o Espírito e o homem, uma chuva de Espírito que cai sobre o homem e lhe empapa o coração. A missão de Jesus consiste, portanto, em derramar o Espírito sobre o
homem; e o homem que adere a Jesus, “empapado” do Espírito e transformado por essa fonte de vida que é o Espírito, abandona a experiência da escuridão (“o pecado”) e alcança o seu pleno desenvolvimento, a plenitude da vida.
A declaração de João convida os homens de todas as épocas a voltarem-se para Jesus e a acolherem a proposta libertadora que, em nome de Deus, Ele faz: só a partir do encontro com Jesus será possível chegar à vida plena, à meta final do Homem Novo.

ACTUALIZAÇÃO
A reflexão pessoal e comunitária pode tocar os seguintes pontos:
• Em primeiro lugar, importa termos consciência de que Deus tem um projecto de salvação para o mundo e para os homens. A história humana não é, portanto, uma história de fracasso, de caminhada sem sentido para um beco sem saída; mas é uma história onde é preciso ver Deus a conduzir o homem pela mão e a apontar-lhe, em cada curva do caminho, a realidade feliz do novo céu e da nova terra. É verdade que, em certos momentos da história, parecem erguer-se muros intransponíveis que nos impedem de contemplar com esperança os horizontes finais da caminhada humana; mas a consciência da presença salvadora e amorosa de Deus na história deve animar-nos, dar-nos confiança e acender nos nossos olhos e no nosso coração a certeza da vida plena e da vitória final de Deus.
• Jesus não foi mais um “homem bom”, que coloriu a história com o sonho ingénuo de um mundo melhor e desapareceu do nosso horizonte (como os líderes do Maio de 68 ou os fazedores de revoluções políticas que a história absorveu e digeriu); mas Jesus é o Deus que Se fez pessoa, que assumiu a nossa humanidade, que trouxe até nós uma proposta objectiva e válida de salvação e que hoje continua presente e activo na nossa caminhada, concretizando o plano libertador do Pai e oferecendo-nos a vida plena e definitiva. Ele é, agora e sempre, a verdadeira fonte da vida e da liberdade. Onde é que eu mato a minha sede de liberdade e de vida plena: em Jesus e no projecto do Reino ou em pseudo-messias e miragens ilusórias de felicidade que só me afastam do essencial?
• O Pai investiu Jesus de uma missão: eliminar o pecado do mundo. No entanto, o “pecado” continua a enegrecer o nosso horizonte diário, traduzido em guerras, vinganças, terrorismo, exploração, egoísmo, corrupção, injustiça… Jesus falhou? É o nosso testemunho que está a falhar? Deus propõe ao homem o seu projecto de salvação, mas não impõe nada e respeita absolutamente a liberdade das nossas opções. Ora, muitas vezes, os homens pretendem descobrir a felicidade em caminhos onde ela não está. De resto, é preciso termos consciência de que a nossa humanidade implica um quadro de fragilidade e de limitação e que, portanto, o pecado vai fazer sempre parte da nossa experiência histórica. A libertação plena e definitiva do “pecado” acontecerá só nesse novo céu e nova terra que nos espera para além da nossa caminhada terrena.
• Isso não significa, no entanto, pactuar com o pecado, ou assumir uma atitude passiva diante do pecado. A nossa missão – na sequência da de Jesus – consiste em lutar objectivamente contra “o pecado” instalado no coração de cada um de nós e instalado em cada degrau da nossa vida colectiva. A missão dos seguidores de Jesus consiste em anunciar a vida plena e em lutar contra tudo aquilo que impede a sua concretização na história.
FONTE:http://www.dehonianos.org/portal/dia-liturgia/02o-domingo-do-tempo-comum-ano-a/?mc_id=1280




sábado, 14 de janeiro de 2017

inPRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.




A humanidade de Deus
"Olhe que não, olhe que não". O debate quente de 75 entre Soares e Cunhal
Noruega vai ser o primeiro país do mundo a desligar o FM
Que tal vai ser o ano económico em 2017? Os especialistas respondem
Casal herói ou não? Paulo admite burla antiga: "Saiu tudo ao contrário"
EUA: Putin ordenou campanha para influenciar as presidenciais
Trump admite que Rússia pirateou e deixa filhos a gerir o império empresarial
"Heróis" nacionais
Tóxico e fraudulento
Ofereçamos a Deus mais que «retalhos do tempo»: Com o papa na rota da luz de Belém para o mundo
Papa louva «nostalgia de Deus» e critica cultura «onde só há espaço para os vencedores»
http://snpcultura.org/papa_louva_nostalgia_de_Deus_e_critica_cultura_onde_so_ha_espaco_para_vencedores.html
Morreu o médico Daniel Serrão
A China quer dominar o futebol mundial. E o que restará da Europa?
Álvaro Almeida: “Velho regime económico volta quando se paga a quem investiu 500 mil euros no GES"
Dúvidas sobre o Novo Banco
Espanhóis estão a fixar morada em Portugal para não ficarem sem carta
Fóssil “incrivelmente raro” pode revolucionar tudo o que sabemos sobre o reino vegetal
Portugal volta a dar que falar. É dos melhores países para se viver
Porque é que o conflito entre sunitas e xiitas é central na Síria?
Portugal na periferia dos populismos
Conheça os países mais prósperos do mundo. Sim, Portugal está na lista
"A nacionalização do Novo Banco é a morte lenta"
O dilema da nacionalização
Novo Banco, uma história mal contada
A mensagem de Meryl Streep a Donald Trump
Daniel Serrão 1928-2017. O cientista militante da fé
“Estamos a assistir a um namoro entre o futuro Presidente dos EUA e as autoridades russas
Risco de conflitos no mundo é o maior desde a II Guerra Mundial
Risco de conflitos no mundo é o maior desde a II Guerra Mundial
A queda de um ídolo
Daniel Serrão personifica a simbiose exemplar entre Ciência e Fé
1917-2017: o século que agora acaba?
Finanças: Tirar dúvidas pode agora sair-lhe mais barato
Inflação de 2016 confirmada. Já há referência para aumentos de prestações
Nacionalização temporária do Novo Banco ganha apoio à esquerda e à direita
Daniel Serrão foi «homem de grandes causas» e «cristão de assumidas convicções», sublinha bispo do Porto
A conjuntura anárquica
Empresas com activos tóxicos do BPN devem 2.500 milhões ao Estado
Cientistas criam seda de aranha artificial mais resistente e barata
Buraco negro da Via Láctea está a “cuspir” objetos do tamanho de planetas
O cérebro cresce na idade adulta
Afinal, o apêndice pode ter uma função importante
Papa elogia humildade, proximidade, coerência, e censura clericalismo
http://www.snpcultura.org/papa_elogia_humildade_proximidade_coerencia_na_igreja_e_censura_clericalismo.html
UE defende julgamento de jihadistas europeus na Síria e Iraque
http://www.dn.pt/portugal/interior/ue-defende-julgamento-de-jihadistas-europeus-na-siria-e-iraque-5600181.html
Miguel Cadilhe. Novo Banco "precisa de tempo" e "é tempo de dizer à Europa: Basta"
O Diabo que por aí anda
Trabalho, capital e o resto no crescimento
Os ilusionistas
Ídolos como poder, dinheiro e ideologias são enganadores e estragam a vida, sublinha papa
Isto não é uma fábula
Dez das principais descobertas arqueológicas bíblicas em 2016
A vida é uma sucessão de “hojes” irrepetíveis que se jogam no coração
NATO diz que envio de blindados para a Polónia é resposta "proporcional" à ação russa
Obama surpreende Biden e atribui-lhe medalha da Liberdade
Obama e o mundo oito anos depois

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

ESPIRITUALIDADE: O que falta

Deus manifesta-se em Jesus que nasce. Mas a grande pergunta é: como reconhecê-lo? Como reconhecer a passagem de Deus na nossa história? Como reconhecer a sua epifania diária? Com que gramática, de que modo ou com que guia podemos reconhecer a fantástica presença de Deus na nossa vida? Para saber mais, clicar AQUI

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

FILME&CINEMA: "Sob a espada de César"

O projeto "Under Caesar's Sword" ("Sob a espada de César") é considerada a primeira investigação sistemática a nível mundial sobre as respostas dos cristãos à perseguição em mais de 25 países, reunindo para o efeito uma equipa de 15 estudiosos de renome que se dedicam ao estudo do cristianismo a nível global. Para saber mais, clicar AQUI.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

LIVRO&LEITURA: "Diário de um pároco de aldeia"

É então que vemos surgir estes romancistas, no número dos quais se conta o autor do "Diário de um Pároco de Aldeia", os quais não se negam a aceitar a verdade total do homem, antes, pelo contrário, aproveitando o melhor da doutrina, que visa, ao mesmo tempo, a salvação da alma e o reconhecimento da complexidade do coração humano posto em carne viva diante do exemplo único que é a vida, a paixão e a morte de Jesus Cristo, mergulham até aos abismos do bem e do mal para daí trazerem, repassado de todos os suores de sangue a que o vício, a paixão, a luxúria, o orgulho, a hipocrisia, o despeito, a vaidade, a ambição e até a simples fraqueza condenam o homem, o sudário dos sofrimentos e das desgraças a que estão sujeitos os que dispõem daquela parte de liberdade que Deus lhes concedeu no dia em que o pecado original os precipitou do alto do paraíso terreal. Para saber mais, clicar AQUI.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

quem conhece ESSES DESCONHECIDOS (55): S. Pedro Tomás

... que merecem ser conhecidos e eu em conhecê-los e dar a conhecer AQUI.
Perante isto e eles, como me sinto tão pequenino!




                                                     

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

HISTÓRIA&OBITUÁRIO: Em apenas...

... dois dias, uma razia que põe Portugal de luto. 

Outono/Inverno&Primavera têm destas "coisas". "Coisas" em que são muito pródigas. São as estações da queda e rebento da folha na Natureza, natureza essa a que o Homem também pertence e de que não há como dela fugir.
 
Mas já "2016 pôs-nos várias vezes de luto. Talvez tenha abusado" como, clicando AQUI & AQUI podemos verificar ou confirmar. E o ano 2017 ainda só agora começou, o mesmo é dizer «ainda a procissão vai no adro» - que «O diabo seja cego, surdo e mudo», «Cruzes, canhoto! Longe vá o agouro!», «lagarto, lagarto, lagarto!». 

Começou com Mário Soares no sábado, dia 7, deste Janeiro de 2017. Seguiram-se-lhe, na madrugada deste domingo, dia 8, o autarca, Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, Guilherme Pinto e o médico Daniel Serrão.

Nem o homem que, então, previu o "tsunami" económico-financeiro ou vice-versa de 2008 e que, agora, como AQUI opina «...uma guinada dos Estados Unidos em direcção ao isolacionismo e à perseguição de interesses estritamente norte-americanos pode eventualmente conduzir a um conflito global...» conseguiria prever.

Para estas e demais horas&momentos em que a tristeza por este motivo - «a vida é curta, a morte é certa, a loucura é uma porta aberta» - nos vier "bater", é sempre bom, útil, proveitoso, ... , conhecer, lembrar, ter presente, o grande Santo Agostinho, com este seu belíssimo, esperançoso e aninmoso poema-oração "A morte não é nada", clicando AQUI e/ou AQUI . Valha-nos, ao menos, isso.