Para quem, que por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA: a minha selecção" que aí virão.
“Regresso aos mercados é pára-quedas da queda e dá fôlego ao Governo”
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1354&did=94311
Portugal mais atrativo por causa de Angola e Brasil
http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=3019339
17% das nossas crianças não comem nem dormem para estarem na Internet
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=3019228
Beckham recebe "zero" no PSG
http://rr.sapo.pt/bolabranca_detalhe.aspx?fid=43&did=94965
Editora portuguesa constituída arguida devido a livro sobre corrupção em Angola
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=30&did=94946
Pedir factura pode vir a dar prémio. Lotaria estará a ser ponderada
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=24&did=95074
"Há muitas famílias a viver sem água, luz e gás em casa"
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=95181
Cortes na saúde representam o dobro do compromisso assumido com a “troika”
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=31&did=95106
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
sábado, 2 de fevereiro de 2013
(in)PRENSA semanal: a (minha) selecção possível
Etiquetas:
Angola,
Beckham,
Brasil,
Conversas Cruzadas,
corrupção,
facturas,
famílias,
internet,
lotaria,
Portugal atractivo,
PSG,
regresso aos mercados,
RR
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
ESPIRITUALIDADE: Caná e Betânia: quando pouco é muito e o inútil se torna essencial
O milagre do vinho em Cana, na sua rica simbologia, revela um Deus atento ao gratuito, que alinha com o vinho, com algo que não é vital como o pão, não necessário exceto à festa e à qualidade da vida. Este Deus não é o vértice explicativo do cosmo, a resposta a todas as nossas perguntas, mas é a profundidade que revela à sua volta outras profundidades, incremento da vida, crescimento de humano, estímulo para a criatividade, amor para a dádiva gratuita que engendra alegria. Sem dúvida, Deus é igualmente resposta, legislador, vértice da pirâmide da existência. Tudo isto é importante, mas esquecemos que Deus é também gratuito – como o perfume de Betânia, como o vinho de Caná -, sob o signo da festa, do banquete, da amizade, do inútil e amado perfume, e que as coisas gratuitas – como o amor, a amizade, a beleza – são também as mais necessárias para bem viver.
Etiquetas:
Deus,
ed. Paulinas,
Ermes Ronchi,
O milagre de Caná,
perfume de Betânia,
Tu és Beleza,
vinho de Caná
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: A regra de ouro e a empatia
por ANSELMO BORGES, DN, 19/01/2013
Na Inglaterra, foi de tal modo valorizada que aí recebeu, nos inícios do século XVII, o nome por que é conhecida: "regra de ouro" (golden rule), com duas formulações, uma negativa: "não faças aos outros o que não quererias que te fizessem a ti", e outra positiva: "trata os outros como quererias ser tratado". Frédéric Lenoir faz, com razão, notar que a maior parte dos moralistas prefere a versão negativa, pois o perigo de auto-projecção sobre os outros pode levar a esquecer que cada um tem os seus gostos e a sua própria visão do que é bem. Neste quadro, Bernard Shaw escreveu com o seu sentido de humor: "Não façais aos outros o que quereríeis que vos fizessem; talvez não tenham os mesmos gostos que vós!"
É uma regra tão universal que o filósofo R.-P. Droit perguntava recentemente no Le Monde: "Existem regras morais presentes em todos os tempos e lugares, seja qual for a cultura ou a época? Isso é posto em dúvida a maior parte das vezes. No entanto, há uma excepção notável face ao relativismo generalizado." E apontava precisamente a regra de ouro.
De facto, ela encontra-se em todas as áreas culturais e religiosas do mundo. Apresentam-se exemplos, segundo Olivier du Roy, que acaba de publicar: La règle d'or. Histoire d'une maxime universelle.
Na China, com Confúcio, talvez o primeiro a formulá-la: "O que não queres que te façam não o faças aos outros." No budismo: "Uma situação que não é para mim agradável nem felicitante também o não poderia ser para o outro; como poderia então desejar-lhe isso?" No zoroastrismo: "Tudo o que te repugna não o faças também aos outros." No judaísmo: "Não faças a outrem o que não desejas que te façam a ti." No cristianismo: "Tudo o que quereis que os homens façam por vós, fazei-o igualmente por eles: eis a Lei e os profetas." No islão: "Ninguém entre vós é um crente enquanto não desejar para o seu irmão o que deseja para si próprio."
No estóico Séneca, encontramos esta reflexão admirável sobre como tratar os escravos: "Vive com o teu inferior como quererias que o teu superior vivesse contigo. Cada vez que pensares na extensão dos teus direitos sobre o teu escravo pensa que o teu senhor tem sobre ti direitos idênticos. 'Mas eu não tenho senhor', dizes. Talvez venhas a ter."
Todos os grandes reformadores cristãos a retomam. Pode ler-se num sermão de Martinho Lutero: "Não há ninguém que não sinta e não tenha de reconhecer que é justo e verdadeiro o que diz a lei natural: o que queres que te seja feito e poupado, fá-lo e poupa-o aos outros: esta luz vive e reluz no espírito de todos os seres humanos. E se quiserem tomá-lo em consideração, terão ainda necessidade de outro livro, de outro mestre, de outra lei? Têm um livro vivo neles, no fundo do coração, que pode bastar para ditar-lhes o que devem fazer, não fazer, aceitar ou rejeitar."
Com ela, argumentou John F. Kennedy contra a segregação racial, em 1963: "Se um americano, porque o seu rosto é negro, não pode almoçar num restaurante aberto ao público, mandar os seus filhos à melhor escola pública acessível, votar para os funcionários públicos que vão representá-lo, então quem de vós quereria ver mudar a cor do rosto e colocar-se no seu lugar? O coração do problema é este: vamos tratar os nossos companheiros americanos como queremos ser tratados?"
Atendendo à sua universalidade, Olivier du Roy conclui que ela "corresponde a uma espécie de maturidade moral da humanidade, que descobre ou exprime, por volta do século V a. C., um princípio fundamental de moralidade ou de vida em sociedade". O reconhecimento do outro humano pode ser considerado como "um dado cultural universal, o fundamento de uma verdadeira 'lei natural'". A sua base está na empatia, na capacidade de eu me colocar no lugar do outro, como que sentindo as consequências da minha acção sobre ele. Mas a ética propriamente dita começa, quando se vai para lá da simpatia e se alarga o círculo do humano ao que me não é próximo nem simpático.
Imagine-se o que seria o mundo regido por esta regra de ouro!
(Por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o novo Acordo Ortográfico)
Etiquetas:
A regra de ouro e a empatia,
DN,
Pe. Anselmo Borges
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
MÚSICA: Neste dia...
...em 1969, os Beatles apresentaram-se pela última vez ao vivo antes de se separarem. Por isso, nas pessoas e música destes "Fab Four", aqui fica a minha sentida e saudosa homenagem!!!
Etiquetas:
música anos 60,
The Beatles,
The Fab Four
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
EFEMÉRIDE/HISTÓRIA: "O Tempo e o Modo": uma revista diferente
Basta folhearmos os números, para percebermos os sinais proféticos desconcertantes (perante a “desordem estabelecida”) e o anúncio de um caminho aberto, europeu, assente na democracia. António Alçada Baptista, no primeiro texto que assinou, usa, aliás, um eufemismo, que hoje quase nos faz sorrir: Em vez da referência às instituições democráticas, para iludir os censores, recorria à misteriosa expressão “instituições que pressupõem uma certa dialética”. Os fundadores da nova revista pertenciam a uma geração não-conformista vinda dos movimentos católicos, desde o I Congresso da JUC (Juventude Universitária Católica) até ao jornal «Encontro», que rompera com o regime. As gerações conservadoras que vinham de antes da guerra mantinham os velhos temas e uma lógica de protecionismo, mas havia que romper fronteiras e abrir o caminho para a Europa e para novas instituições.
REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: O mal: uma difícil questão
Como é que o mal deixa de ser o irreparável? Quando aproveitamos o contexto de mal para um acontecimento doutra ordem. Quando deixamos apenas de perguntar: «Porque é que isto me aconteceu?». E investimos antes as nossas forças criadoras a decidir: «Como é que devo reagir vitalmente a isto que aconteceu?».
Ler nais em: http://www.snpcultura.org/paisagens_o_mal_uma_dificil_questao.html
Ler nais em: http://www.snpcultura.org/paisagens_o_mal_uma_dificil_questao.html
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
CINEMA: Django Libertado: Tarantino oferece tratado cinematográfico sobre vida e morte
“Django Libertado” é uma reinterpretação da questão da escravatura e de um Oeste Selvagem que, sem grandes pretensões intelectuais ou filosóficas, não deixa de desbravar vasto terreno sobre a condição humana, a liberdade interior, o valor da vida e, inerente a este, o do amor e da amizade como cumprimento, ou não, desse “estar ou ser vivo”. Magnificamente interpretado por Jamie Foxx, Christoph Waltz, Leonardo DiCaprio, Kerry Washington e Samuel L. Jackson, magnificamente filmado e servido por uma banda sonora de um registo eclético muito pertinente, eis um tratado cinematográfico sobre “os vivos e os mortos” que somos e que a crueza de algumas sequências não pode confundir com mero horror nem espetacularidade.
Ler mais em: http://www.snpcultura.org/django_libertado.html
Ler mais em: http://www.snpcultura.org/django_libertado.html
Etiquetas:
amizade,
amor,
Christoph Waltz,
cinema,
condição humana,
Django Libertado,
Jamie Foxx,
Kerry Washington,
Leonardo DiCaprio,
liberdade interior,
oeste selvagem,
Quentin Tarantino,
Samuel L. Jackson,
valor da vida
domingo, 27 de janeiro de 2013
PALAVRA de DOMINGO: contextualizá-la para bem a entender e melhor vivê-la!
LEITURA I – Ne 8,2-4a.5-6.8-10
Leitura do Livro de Neemias
Naqueles dias,
o sacerdote Esdras trouxe o Livro da Lei
perante a assembleia de homens e mulheres
e todos os que eram capazes de compreender.
Era o primeiro dia do sétimo mês.
Desde a aurora até ao meio dia,
fez a leitura do Livro,
no largo situado diante da Porta das Águas,
diante dos homens e mulheres
e todos os que eram capazes de compreender.
Todo o povo ouvia atentamente a leitura do Livro da Lei.
O escriba Esdras estava de pé
num estrado de madeira feito de propósito.
Estando assim em plano superior a todo o povo,
Esdras abriu o Livro à vista de todos;
e quando o abriu, todos se levantaram.
Então Esdras bendisse o Senhor, o grande Deus,
e todos responderam, erguendo as mãos:
«Amen! Amen!».
E prostrando-se de rosto por terra, adoraram o Senhor.
Os levitas liam, clara e distintamente, o Livro da Lei de Deus
e explicavam o seu sentido,
de maneira que se pudesse compreender a leitura.
Então o governador Neemias,
o sacerdote e escriba Esdras,
bem como os levitas, que ensinavam o povo,
disseram a todo o povo:
«Hoje é um dia consagrado ao Senhor vosso Deus.
Não vos entristeçais nem choreis».
– Porque todo o povo chorava, ao escutar as palavras da Lei –.
Depois Neemias acrescentou:
«Ide para vossas casas,
comei uma boa refeição, tomai bebidas doces
e reparti com aqueles que não têm nada preparado.
Hoje é um dia consagrado a nosso Senhor;
portanto, não vos entristeçais,
porque a alegria do Senhor é a vossa fortaleza».
AMBIENTE
FONTE: http://www.dehonianos.org/portal/liturgia_dominical_ver.asp?liturgiaid=446
Fazer da palavra de Deus motivo de alegria:
Leitura do Livro de Neemias
Naqueles dias,
o sacerdote Esdras trouxe o Livro da Lei
perante a assembleia de homens e mulheres
e todos os que eram capazes de compreender.
Era o primeiro dia do sétimo mês.
Desde a aurora até ao meio dia,
fez a leitura do Livro,
no largo situado diante da Porta das Águas,
diante dos homens e mulheres
e todos os que eram capazes de compreender.
Todo o povo ouvia atentamente a leitura do Livro da Lei.
O escriba Esdras estava de pé
num estrado de madeira feito de propósito.
Estando assim em plano superior a todo o povo,
Esdras abriu o Livro à vista de todos;
e quando o abriu, todos se levantaram.
Então Esdras bendisse o Senhor, o grande Deus,
e todos responderam, erguendo as mãos:
«Amen! Amen!».
E prostrando-se de rosto por terra, adoraram o Senhor.
Os levitas liam, clara e distintamente, o Livro da Lei de Deus
e explicavam o seu sentido,
de maneira que se pudesse compreender a leitura.
Então o governador Neemias,
o sacerdote e escriba Esdras,
bem como os levitas, que ensinavam o povo,
disseram a todo o povo:
«Hoje é um dia consagrado ao Senhor vosso Deus.
Não vos entristeçais nem choreis».
– Porque todo o povo chorava, ao escutar as palavras da Lei –.
Depois Neemias acrescentou:
«Ide para vossas casas,
comei uma boa refeição, tomai bebidas doces
e reparti com aqueles que não têm nada preparado.
Hoje é um dia consagrado a nosso Senhor;
portanto, não vos entristeçais,
porque a alegria do Senhor é a vossa fortaleza».
AMBIENTE
O Livro de Neemias (com o de Esdras com o qual, inicialmente, formava uma unidade) pertence ao período que se segue ao regresso dos exilados judeus da Babilónia.
Estamos nos séculos V/IV a.C.; para os habitantes de Jerusalém, é ainda um tempo de miséria e desolação, com a cidade sem muralhas e sem portas, uma sombra negra da cidade bela que tinha sido. Neemias, um alto funcionário do rei Artaxerxes, entristecido pelas notícias recebidas de Jerusalém, obtém do rei autorização para se instalar na capital judia. Neemias vai começar a sua actividade com a reconstrução da muralha (cf. Ne 3-4) e com o combate às injustiças cometidas pelos ricos contra os pobres (cf. Ne 5). Depois, procura restaurar o culto (cf. Ne 8-9).
É neste contexto de preocupação com a restauração do culto que podemos situar o trecho que nos é proposto: Neemias reúne todo o Povo “na praça que fica diante da Porta das Águas”, a fim de escutar a leitura da Lei. Trata-se de recordar ao Povo o compromisso fundamental que Israel assumiu com o seu Deus: só assim será possível preparar esse futuro novo que Neemias sonha para Jerusalém e para o Povo de Deus.
MENSAGEM
A questão fundamental sugerida pelo texto tem a ver com a importância que a Palavra de Deus deve assumir na vida de uma comunidade. Todos os pormenores apontam nesse sentido.
Em primeiro lugar, o autor do texto sublinha a convocação de toda a comunidade para escutar a Palavra: os homens, as mulheres e as crianças em idade “de compreender”. A Palavra de Deus dirige-se a todos sem excepção, a todos interpela e questiona.
Em segundo lugar, atente-se na questão dos preparativos: há um estrado de madeira feito de propósito que coloca o leitor em plano superior; depois, o Livro da Lei é aberto de forma solene e todos se levantam, em atitude de respeito e veneração pela Palavra… É o exemplo de uma comunidade onde a Palavra de Deus está no centro e onde tudo se conjuga em função do lugar especial que a Palavra ocupa na vida da comunidade.
Em terceiro lugar, temos a descrição do rito: a Palavra é aclamada pela assembleia; depois, os levitas lêem clara e distintamente; finalmente, explicam ao povo a Palavra, de modo acessível, “de maneira que se pudesse compreender a leitura”. Temos aqui um autêntico manual de como deve processar-se uma verdadeira “celebração da Palavra”.
Em quarto lugar, temos a resposta do Povo: confrontados com a Palavra, choram. A atitude do Povo revela, certamente, uma comunidade que se deixa interpelar pela Palavra, que confronta a sua vida com a Palavra proclamada e que sente, na sequência, a urgência da conversão. A Palavra é eficaz e provoca a transformação da vida.
Finalmente, tudo termina numa grande festa: o dia “consagrado ao Senhor” é um dia de alegria e de festa para a comunidade que se alimentou da Palavra.
ACTUALIZAÇÃO
Considerar, na reflexão, as seguintes questões:
• Que lugar ocupa a Palavra de Deus na vida de cada um de nós e na vida das nossas comunidades? A Palavra é o centro à volta do qual tudo se articula? Encontramos espaço para ler, para reflectir, para partilhar a Palavra?
• Aqueles a quem é confiada a missão de proclamar a Palavra: preparam convenientemente o ambiente? Proclamam a Palavra clara e distintamente? Reflectem a Palavra e explicam-na de forma acessível, de forma que ela toque a assembleia que escuta? Têm a preocupação de adaptá-la à vida?
• Nas nossas assembleias comunitárias, a Palavra é acolhida com veneração e respeito, ou aproveitamos o momento em que ela é proclamada para acender velinhas ao santo da nossa devoção, para rezar o terço ou para “controlar” quem está ao nosso lado?
• A Palavra interpela-nos, leva-nos à conversão, à mudança de vida, ou a Palavra é só para os outros (“grande recado que o padre está a mandar à dona…”)?
• No Evangelho de Lucas e neste texto em particular, Jesus manifesta de forma bem nítida a consciência de que foi investido do Espírito de Deus e enviado para pôr cobro a tudo o que rouba a vida e a dignidade do homem. A nossa civilização, há vinte e um séculos que conhece Cristo e a essência da sua proposta. No entanto, o nosso mundo continua a multiplicar e a refinar as cadeias opressoras. Porque é que a proposta libertadora de Jesus ainda não chegou a todos? Que situações hoje, à minha volta, me parecem mais dramáticas e exigem uma acção imediata (pensar na situação de tantos imigrantes de leste ou das ex-colónias; pensar na situação de tantos idosos, sem amor e sem cuidados, que sobrevivem com pensões de miséria; pensar nas crianças de rua e nos sem abrigo que dormem nos recantos das nossas cidades; pensar na situação de tantas famílias, destruídas pela droga e pelo álcool…)?
• A fidelidade ao “caminho” percorrido por Cristo é a exigência fundamental do ser cristão. Ao longo dos séculos, tem sido a defesa da dignidade do homem a preocupação fundamental da Igreja de Jesus? Preocupa-nos a libertação dos nossos irmãos escravizados? Que posso eu fazer, em concreto, para continuar no meio deles a missão libertadora de Cristo?
• Repare-se, neste texto, como Jesus “actualiza” a Palavra de Deus proclamada e a torna um anúncio de libertação que toca de muito perto a vida dos homens. Os que proclamam a Palavra, que a explicam nas homilias, têm esta preocupação de a tornar uma realidade “tocante” e um anúncio verdadeiramente transformador e libertador, que atinge a vida daqueles que os escutam?
FONTE: http://www.dehonianos.org/portal/liturgia_dominical_ver.asp?liturgiaid=446
Fazer da palavra de Deus motivo de alegria:
Esdras, o sacerdote, e Neemias, o governador, podem dar-se por satisfeitos: ganharam o desafio! O desafio é voltar a dar uma alma a este povo. Porque ele, uma vez mais, atravessa um período difícil. Estamos em Jerusalém, cerca de 450 anos antes de Cristo. O exílio na Babilónia terminou, o templo de Jerusalém está finalmente reconstruído (mesmo se ele é muito menos belo do que o de Salomão), a vida retomou o seu curso. Visto à distância, poder-se-ia pensar que tudo estava esquecido. No entanto a moral anda por baixo. Este povo parece ter perdido a esperança que foi sempre a sua característica principal.
A união faz a força
Para oferecer um ensinamento aos seus fiéis, Paulo recorre a um método que tem mais resultados do que todos os discursos: propõe-lhes uma comparação. Na verdade ela não foi completamente inventada, mas é ainda melhor: ele utiliza uma fábula e adapta-a ao seu objetivo. Como todas as fábulas começa por «Era uma vez». «Era uma vez», então, um homem como todos os outros… à exceção do facto de todos os membros do seu corpo falarem e discutirem entre si! E, aparentemente, não tinham bom feitio. E, provavelmente, alguns deviam ter a impressão de ser menos considerados ou de terem as suas capacidades menos exploradas.
Ler mais em: http://www.snpcultura.org/uniao_faz_forca.html
Do início da narrativa de Lucas ao início da missão de Jesus
Jesus de Nazaré, o filho do carpinteiro, não podia, claramente, pretender ser este Rei-Messias aguardado. Sejamos francos, Jesus nunca deixou de surpreender os seus contemporâneos: ele é verdadeiramente o Messias que esperavam, mas totalmente diferente daquele que era esperado! Lucas, para ajudar os seus leitores, teve o cuidado desde o início do seu livro de lhes dizer que se tinha informado diligentemente de tudo desde as origens. E, por outro lado, sublinhou na introdução a esta passagem que Jesus estava acompanhado do poder do Espírito, o que era precisamente a característica do Messias. Mas é Lucas, o cristão, quem o afirma, os habitantes de Nazaré não sabem que, realmente, o Espírito de Deus repousa sobre Jesus
Etiquetas:
A palavra de Deus,
alegria,
Deus,
Espírito de Deus,
Evangelho de São Lucas,
exilados da Babilónia,
Jesus,
Livro de Neemias,
O livro da Lei
sábado, 26 de janeiro de 2013
(in)PRENSA semanal: a (minha) selecção possível
Para quem, que por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA: a minha selecção" que aí virão.
Ricardo Salgado "esqueceu-se" de comprar polpa de tomate e de declarar 8,5 milhões
http://expresso.sapo.pt/ricardo-salgado-esqueceu-se-de-comprar-polpa-de-tomate-e-de-declarar-85-milhoes=f780291#ixzz2IWk2tfL6
A Irlanda pode. E nós não?
http://expresso.sapo.pt/gen.pl?sid=ex.sections/25615&mid1=ex.menus/23&m2=505
Ricardo Salgado "esqueceu-se" de comprar polpa de tomate e de declarar 8,5 milhões
http://expresso.sapo.pt/ricardo-salgado-esqueceu-se-de-comprar-polpa-de-tomate-e-de-declarar-85-milhoes=f780291#ixzz2IWk2tfL6
A Irlanda pode. E nós não?
http://expresso.sapo.pt/gen.pl?sid=ex.sections/25615&mid1=ex.menus/23&m2=505
O que diz o FMI sobre Portugal
http://sol.sapo.pt/inicio/ Economia/Interior.aspx? content_id=66608
Os 4 cenários do FMI para Portugal
http://expresso.sapo.pt/os-4-cenarios-do-fmi-para-portugal=f780642
A reunião dos manteigueiros
http://rr.sapo.pt/opiniao_detalhe.aspx?fid=34&did=93449
O ex-ministro que pede 53,6 milhões
http://expresso.sapo.pt/o-ex-ministro-que-pede-536-milhoes=f780759?utm_source=newsletter&utm_medium=mail&utm_campaign=newsletter&utm_content=2013-01-21
A importância do regresso aos mercados
http://economico.sapo.pt/noticias/a-importancia-do-regresso-aos-mercados_160886.html
Portugal volta aos mercados, os portugueses não
http://expresso.sapo.pt/portugal-volta-aos-mercados-os-portugueses-nao=f781150?utm_source=newsletter&utm_medium=mail&utm_campaign=newsletter&utm_content=2013-01-23
É mesmo um regresso aos mercados?
http://expresso.sapo.pt/e-mesmo-um-regresso-aos-mercados=f781168?utm_source=newsletter&utm_medium=mail&utm_campaign=newsletter&utm_content=2013-01-24
Freitas do Amaral diz que regresso aos mercados é bom para o país mas não é mérito do Governo
http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=3013108
Co-autor de relatório do FMI para Portugal despedido por fraude
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=27&did=93847
Por que vamos pagar ao professor Charrua
http://expresso.sapo.pt/por-que-vamos-pagar-ao-professor-charrua=f781463?utm_source=newsletter&utm_medium=mail&utm_campaign=newsletter&utm_content=2013-01-24
Freitas acha possível aumentar impostos aos mais ricos
http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=3013242
Perito alemão critica estratégia de Portugal para salários
http://www.dn.pt/inicio/ economia/interior.aspx? content_id=3015261
Os 4 cenários do FMI para Portugal
http://expresso.sapo.pt/os-4-cenarios-do-fmi-para-portugal=f780642
A reunião dos manteigueiros
http://rr.sapo.pt/opiniao_detalhe.aspx?fid=34&did=93449
O ex-ministro que pede 53,6 milhões
http://expresso.sapo.pt/o-ex-ministro-que-pede-536-milhoes=f780759?utm_source=newsletter&utm_medium=mail&utm_campaign=newsletter&utm_content=2013-01-21
A importância do regresso aos mercados
http://economico.sapo.pt/noticias/a-importancia-do-regresso-aos-mercados_160886.html
Portugal volta aos mercados, os portugueses não
http://expresso.sapo.pt/portugal-volta-aos-mercados-os-portugueses-nao=f781150?utm_source=newsletter&utm_medium=mail&utm_campaign=newsletter&utm_content=2013-01-23
É mesmo um regresso aos mercados?
http://expresso.sapo.pt/e-mesmo-um-regresso-aos-mercados=f781168?utm_source=newsletter&utm_medium=mail&utm_campaign=newsletter&utm_content=2013-01-24
Freitas do Amaral diz que regresso aos mercados é bom para o país mas não é mérito do Governo
http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=3013108
Co-autor de relatório do FMI para Portugal despedido por fraude
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=27&did=93847
Por que vamos pagar ao professor Charrua
http://expresso.sapo.pt/por-que-vamos-pagar-ao-professor-charrua=f781463?utm_source=newsletter&utm_medium=mail&utm_campaign=newsletter&utm_content=2013-01-24
Freitas acha possível aumentar impostos aos mais ricos
http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=3013242
Perito alemão critica estratégia de Portugal para salários
http://www.dn.pt/inicio/
Como os deputados justificam faltas por doença. Sim, são os mesmos que legislaram sobre a suspensão do vencimento nos 3 primeiros dias de um atestado médico!!!
Aqui está e fica claro, que "a palavra de deputado faz fé" porque legitimado pelo "cheque" passado pelos "senhores eleitores em dia de festa, quando não arraial, o dia das eleições. E eles, os senhores deputados, obviamente aproveitam a oportunidade, já que «quem parte e reparte e não fica com a melhor parte ou é burro ou não não tem arte». Ora arte é o que não lhes falta - uns verdadeiros artistas, artistas portugueses, pois então!
Então, para quê tanto "banzé", leia-se, manif's, greves, vigílias, ...? O mal está feito. Pior que isso, legitimado. E "legitimado pelo voto popular"!!! - como dizem eles depois e com razão, do alto do seu "poleiro", perdão, posto.
Pena é que sejam uns a pagar pelos erros dos outros, «o justo pelo pecador» - como sempre!!!
Etiquetas:
Arlindo Carvalho e BPN,
faltas dos deputados,
FMI,
Irlanda,
mercados,
polpa de tomate,
Prof. Charrua,
Prof.Freitas do Amaral e os mercados,
Ricardo Salgado
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
quem conhece ESSES "DESCONHECIDOS" (22): Já lestes S. Paulo?
...que merecem ser CONHECIDOS - vida&obra - e eu mais em conhecê-los e dar a conhecer?
http://evangelhoquotidiano.org/main.php?language=PT&module=saintfeast&id=10222&fd=0
http://www.snpcultura.org/ja_lestes_sao_paulo.html
http://www.snpcultura.org/pedras_angulares_sao_paulo.html
Numa daquelas frases inesquecíveis que cunhou, Paulo de Tarso escreve: «quando sou fraco, então é que sou forte» (2 Cor 12,10). E a nossa pergunta vem imediata: “que homem enigmático é este que revolve a ordem esperada das coisas, elogiando a fragilidade em vez da força?”. A verdade é que quem pretenda tornar-se leitor de Paulo tem de adequar o ouvido e o coração a uma linguagem paradoxal, que nos desconcerta, nos comove e nos forma. A gramática que ele utiliza (isto é, o seu modo de pensar e de dizer) estilhaça as convenções. A tradição judaica olhou para a pregação dele com suspeita e escândalo. Os gregos e os romanos, habituados à sofisticação do pensamento e ao poder da retórica, menosprezaram o seu discurso que lhes parecia uma loucura. E, mesmo hoje, passados dois mil anos do seu nascimento, o seu discurso não deixa de ressoar profético e desafiador.
...
Avançava ao encontro da humilhação e das ofensas que tinha de suportar por causa da pregação, com mais entusiasmo do que o que pomos nós em alcançar o prazer das honras; punha mais empenho na morte do que nós na vida; ansiava mais pela pobreza do que nós pelas riquezas; e desejava sempre mais o trabalho sem descanso do que nós o descanso depois do trabalho. A Igreja assinala a 25 de janeiro a festa da conversão do apóstolo S. Paulo.
Ler mais em: http://evangelhoquotidiano.org/main.php?language=PT&module=saintfeast&id=10222&fd=0
http://www.snpcultura.org/ja_lestes_sao_paulo.html
http://www.snpcultura.org/pedras_angulares_sao_paulo.html
Subscrever:
Mensagens (Atom)