O ser humano faz a experiência de que há nele forças mais fortes do que ele a que sente não ser capaz de resistir. O Evangelho não nega isto, e não nos diz sequer porque é que isso acontece. Traz-nos apenas a boa notícia de que diante daquele que se apresenta como forte, diante de uma força devastadora na vida dos seres humanos, Jesus põe-se como aquele que é mais forte, capaz de aprisionar e de tirar a presa a quem do ser humano se apoderou. Para saber mais, clicar AQUI.
«O êxito de um bom dito reside no ouvido daquele que o escuta, não daquele que o pronuncia» (Shakespeare)
"Porquê?" & "Para quê?"
Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!
«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.
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terça-feira, 26 de março de 2019
ESPIRITUALIDADE: Uma ténue luz que vence o mal
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segunda-feira, 8 de outubro de 2018
ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Ética, mesmo
A ética é o modo de ser do ser humano. E não há outro possível. Todo o ser humano é uma entidade ética ou não é coisa alguma. Diz-se, então, que a ética é o ato constitutivo do que é próprio do ser humano. É a dimensão ética, entendida neste sentido substantivo, substancial e ontológico, que constitui isso que especifica o ser humano e o distingue dos demais seres. Para saber mais, clicar AQUI.
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sexta-feira, 25 de maio de 2018
ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Inteligência artificial: As perguntas a que não saberá responder
A opinião predominante quer que muitas das resistências atuais sejam ultrapassadas e que estaremos cada vez mais dispostos a substituir as relações tradicionais por novas interfaces tecnológicas. A própria dimensão afetiva deixará de constituir um obstáculo, à medida que os vínculos emocionais, os afetos e os sentimentos se reforçarem. Se hoje um adolescente pode dizer «eu amo o meu computador porque me faz entrar em contacto com os meus amigos», dentro de pouco tempo dirá «eu amo o meu computador porque é o meu melhor amigo». Para saber mais, clicar AQUI.
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
CINEMA: Igreja tem responsabilidade de propor filmes que ajudem a crescer na vida
Assistimos a um paradoxo: no momento em que mais filmes se realizam com sentido espiritual, verifica-se uma clara tendência do consumo para o cinema mais comercial. No entanto, a venda direta do cinema digital permite aceder a muitas películas mais simples e com pressupostos mais modestos, mas que têm grande significado do ponto de vista espiritual. Esta é uma responsabilidade que temos com os espetadores, para que confrontem as suas escolhas com sentido crítico e optem por filmes que os ajudem a crescer na sua forma de ver a vida. A di-versão não é verter-se para fora mas aprofundar para dentro.
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/igreja_tem_responsabilidade_propor_filmes_ajudem_crescer.htmlA iniciativa nasce com o objetivo de oferecer a possibilidade de «viver uma experiência espiritual e pessoal muito intensa, caracterizada pela linguagem cinematográfica». O cinema «pode revelar-se uma experiência profunda de conhecimento de si, de oração e de meditação», além de melhorar as capacidades pastorais dos agentes ligados ao cinema nas paróquias e movimentos, assinalam os organizadores.
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/exercicios_espirituais_com_cinema.html
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terça-feira, 28 de janeiro de 2014
CINEMA: "Feral"
Anunciada a lista de nomeados para os cobiçados Óscares, Portugal recebeu com enorme surpresa e orgulho a notícia de um candidato luso na categoria de curtas metragens de animação. Um feito inédito conseguido pelo jovem realizador Daniel Sousa que, juntamente com o norte-americano Dan Golden, responsável pelo som, e o seu “Feral” (13 minutos), se juntam a uma já longa lista de realizadores portugueses merecedores do reconhecimento internacional pelo valor das suas obras. Os filmes de Daniel Sousa, sempre curtas metragens e todos de animação, destacam-se pela renovação de uma gramática de busca, de sentido de existência e de relação, partindo de temas e contos clássicos para equacionar um ser-se humano no nosso tempo. O realizador portugueês é sem sombra de dúvida um criador a acompanhar, pelo uso inteligente da sua criatividade, pela amplitude do olhar sobre o mundo contemporâneo valorizando narrativas intemporais, e pela profundidade da sua reflexão.
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segunda-feira, 17 de junho de 2013
REFLEXÃO: Carta aberta sobre e co-adopção
Carta Aberta a um Deputado Abstencionista
Ao arrepio da Lei Natural
A lei natural, funcionamento ecológico da natureza, da estrutura funcional da origem do Homem, garantem-nos que para aparecer um novo ser humano, obrigatoriamente terão de entrar em acção, sem margem de manobra, e à margem de vontades ou tendências, um espermatozoide e um óvulo. Ou seja: uma Mulher terá de entrar em cena com o contributo de um gâmeta feminino, e um Homem terá de contribuir com um gâmeta masculino, um espermatozóide. Não há fuga a esta lei da Biologia. A espécie humana é gonocórica e isso não é um dado cultural ou um constructo de uma sociedade machista.
Ao“ fornecedor” de um espermatozóide chamamos PAI e ao outro “ fornecedor”, o do óvulo, chamamos MÃE.
Sem contrariar a Natureza, sem violentar o funcionamento da espécie humana, não podemos modificar o significado das palavras.
Um Pai é um indivíduo da espécie Homo sapiens masculino, com uma morfologia definida e uma fisiologia própria (tem testículos num escroto , próstata e um pénis e produz uma hormona chamada testosterona que lhe dá mais ou menos pêlos na cara, por exemplo).
Uma Mãe é um indivíduo da espécie Homo sapiens, com uma morfologia definida e uma fisiologia própria (tem vagina, útero, trompas de Falópio, ovários e produz hormonas como os estrogénios, por exemplo, tem mamas mais ou menos desenvolvidas com as respectivas glândulas mamárias que se activam, normalmente, para amamentar os filhos).
Pai e Mãe, acima esboçados, cumprem, pois funções biológicas que se não confundem nem sobrepõem!
Portanto, trocar funções não só é impossível como, se se tentar fazê-lo, é perfeito obscurantismo nunca visto.
Mas o ser humano não é só Biologia, Morfologia e Fisiologia. Seria muito redutor entender e compreender ou abordar o Homo sapiens somente nestas dimensões. O Homo sapiens é também afectos e amor. Tem direitos e terá, na maturidades deveres.
O primeiro direito de cada novo ser vivo, é o direito a viver e a viver sabendo a verdade da sua origem: que tem uma Mãe e como se chama aquela que contribuiu para a sua formação e que para esta formação tem um Pai que tem nome .Ambos são os únicos responsáveis pelo seu património genético que os ligam de forma definitiva ao novo humano e este ao passado vastíssimo da sua história pessoal. Depois, cada novo ser humano, tem o direito aos afectos e amor de quem está na sua origem: um Homem (Pai) e uma Mulher (Mãe).
Quando, por várias razões, um ou outro dos seus progenitores, o Pai e a Mãe, não podem ou não querem ou não sabem responder às expectativas do filho, este tem o direito a crescer no amor de adultos que ,com todas as dificuldades, fazem de Pai e de Mãe, que simulem com a máxima verdade, o que ele tinha direito naturalmente: ser educado por uma Mãe (Mulher) e por um Pai (Homem), que não o sendo, fazem todo o seu melhor para dar à criança ao que ela tem direito , desenvolver-se nesta diferença real entre ser Homem e ser Mulher , não como donos de um objecto a que se arrogam o direito de posse, mas como tutores de um ser humano cujo interesse superior está centrado nele, para o fazer desenvolver com Pessoa Humana.
A co-adopção não pode, pois , contrariar o funcionamento da natureza humana, sem lesar o direito fundamental de cada um a ser amado no respeito pela ecologia humana e sua estrutura biológica . Cada criança tem o direito a, na impossibilidade de ter por perto do seu coração o seu Pai e a sua Mãe, viver num esquema familiar reconstitutivo do que seria natural.
Posto este rápido esquisso, resta-me pedir-lhe, Senhor Deputado, que nesta questão não se pode abster, com um “nim” politicamente correcto mas profundamente iníquo e atentatório do “ superior interesse das crianças”. Além disso, a questão não é um “ fait-divers”. Não! Trata-se de uma questão civilizacional. De uma questão profundamente grave do ponto de vista antropológico e ao arrepio da estrutura funcional das civilizações.
Da sua posição, Senhor Deputado, como eleitor e estando atento ao seu comportamento, saberei tirar as devidas conclusões!
Permita-me que lhe sugira, como cidadão democrata, que ouse tomar medidas reais e efectivas de apoio às famílias e à natalidade que nos retirem da miséria em que ,todos os dias, vamos caindo e , também desta catástrofe demográfica a que os políticos não souberam e não quiseram dar resposta!
Permita-me que lhe faça um desabafo: represente o povo eleitor e represente-se menos!
Certo de que chegou ao fim desta minha Carta Aberta ou de que algum assessor lhe tenha feito um resumo fiel, aceite os meus melhores cumprimentos
Carlos Aguiar Gomes, cidadão atento, mas não venerador.
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