"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























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quarta-feira, 17 de abril de 2019

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Pensamentos


* Rir-se de tudo é próprio dos tontos, mas não se rir de nada é próprio dos estúpidos. - Erasmo

* A riqueza é como a água salgada. Quanto mais se bebe, mais sede dá. - Schopenhauer

* Educa pessoas sem religião e obterás demónios muito inteligentes. - G. Washington

* A mais ridícula de todas as pretensões é querer agradar a todos.  - Goethe

* A única tristeza desta vida é a de não sermos santos. - Léon Bloy

* Os melhores médicos são três: doutor Dieta, doutor Descanso e doutor Alegria. - J. Swift

* Há coisas que não se podem ver claras senão com olhos que choraram. - L. Veuillot

* Sem sacrifício não se faz nada de belo nem de grande na vida. - Lamnais

* Deitar-se cedo e madrugar dá saúde, riqueza e sabedoria. - B. Franklin

* A temperança e o trabalho são os melhores médicos do homem. - J. J. Rousseau
* O sorriso é o idioma universal das pessoas inteligentes. - Ruiz Iriarte
* O valor de um homem mede-se pela quantidade de solidão que consegue suportar. - F. Nietzshe
* Ser sincero não é dizer tudo o que se pensa, mas não dizer nunca o contrário do que se pensa. - André Maurois
* De todos os perigos que andam pelo mundo, a falta de sinceridade é o mais perigoso. - S. Freud
* Busquemos mais aquilo que nos une, do que aquilo que nos separa. - João XXIII
* Guarda a tristeza para ti próprio e reparte a felicidade com os outros. - Mark Twain
* Os homens ricos em lágrimas são bons. Afastai-vos de todo aquele que é seco de coração e dos olhos. - W. Goethe



quinta-feira, 12 de outubro de 2017

REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO. Pensamentos (10)



* É no infortúnio que se descobre quem nos ama.


* A rapariga feia dá culpa ao espelho.


* Deus dá-nos as mãos mas não nos constrói as pontes.


* O dia mais perdido de todos é aquele em que não nos rimos.


* A tristeza é a sombra do demónio.


* Até morrer, fazer o bem e deixar dizer.


* Quem te ama, dir-te-à as verdades. Quem não te quer, as vaidades.


* São cinco os caminhos que nos conduzem à sabedoria: calar, escutar, recordar, estudar e trabalhar.


* A ovelha é sempre ovelha, mesmo quando está vestida com pele de leão.


* Quando damos um passo na direcção de Deus, ele dá sete passos na nossa direcção.


* Se alguém está tão cansado que não te possa dar um sorriso, deixa-lhe o teu.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: Fragilidade, a virtude esquecida

A fragilidade é desejo de escuta, de gentileza, de serviço a si e aos outros, e permite-nos escapar ao fascínio enfeitiçador das ideologias, ao deserto da indiferença e do egoísmo, da agressividade e da violência. As pessoas frágeis conhecem a tristeza da alma, e não a imagem gélida do poder, tendem por natureza a escutar as pessoas que têm necessidade de ajuda, as mais sós e as mais pobres em particular, sentindo-as próximas da sua sensibilidade. Para saber mais, clicar AQUI

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO: Escutar o que em nós é mais fundo

O nosso itinerário existencial nada tem de linear. Bem que gostamos de nos imaginar numa linha contínua e ascendente, mas a própria vida encarrega-se de nos mostrar, até à saciedade, que não é assim. Poderíamos saber o que é a luz sem experimentar a escuridão? E o dia não é seguido pela noite e a noite pelo dia? Como também sabemos que não existe prazer sem dor, e que a capacidade para sentir prazer é proporcional à capacidade para sentir dor. Não será um erro de perspetiva fixar-nos na luz, no dia, no prazer? E a escuridão, a noite, a dor, não são igualmente mestres na vida? São Paulo, numa referência autobiográfica, não diz que, onde abundou o pecado, superabundou a graça? Será possível traçar uma fronteira rigorosamente delimitada entre bem e mal?
Precisamos de abandonar olhares parcelares e crescer numa visão mais unificada. É precisamente a partir dessa visão que é possível a reconciliação dos nossos desejos. Trata-se de um caminho de autenticidade onde é fundamental não mascarar, não reprimir e não culpabilizar. Nenhum desejo é irrelevante. Por detrás de um desejo que nos pode parecer obscuro esconde-se, tantas vezes, uma força vital ainda desconhecida. Importa seguir-lhe o rasto. Todos transportam uma mensagem que pede discernimento. As nossas múltiplas carências apontam no sentido da carência mais profunda. Este é o fio condutor que estamos chamados a seguir. Impõe-se aqui um trabalho interior comparável a uma viagem. Cada ramificação do desejo conduzir-nos-á ao nosso desejo mais profundo. Trata-se de passar da multiplicidade para a unidade. Do plural para o singular. Do superficial para o profundo.
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