"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

FILME&CINEMA: “A ilha dos monges” & “Forrest Gump”

Um dos testemunhos que mais sensibilizou a realizadora foi o do ex-“punk”, por ser alguém «à procura»: «Uma pessoa sem nada a ver com Deus nem a religião – pensava que a fé era para os fracos –, mas que se sentia incapaz de amar os outros e a si mesmo. E agora é o mais místico de todos». Para saber mais, clicar AQUI.


«Não sou um homem inteligente, mas sei o que significa o amor», diz Forrest, orgulhoso por uma vez, depois de Jenny (em cuja inquietude se resumem as conturbações da sociedade ocidental entre os anos 60 e 80) ter rejeitado com doçura a sua proposta de casamento. Pode dispensar-se tudo, até a inteligência. Mas é o amor, e nada mais, que nos faz correr e nos faz esperar. Para saber mais, clicar AQUI.

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

FILMES&CINEMA: “Revelar-Te” volta a oferecer filmes «de grande valor temático e artístico»

A iniciativa, que se estende até domingo, abrange, a par das exibições, «os comentários relevantes, de personalidades da vida pública portuguesa, propondo um outro olhar sobre o mundo e a vida». Para saber mais, clicar AQUI.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

quemconhece ESSES DESCONHECIDOS (74): S. João da Cruz, padroeiro dos místicos e poetas

«E se trevas eu padeço/ em minha vida mortal,/ não é tão grande o meu mal,/ porque, se de luz careço,/ tenho vida celestial;/ porque o amor dá tal vida/ quando mais cego vai sendo,/ que tem a alma rendida,/ sem luz e às escuras vivendo.» Para saber mais, clicar AQUI e AQUI.

domingo, 17 de dezembro de 2017

PALAVRA de DOMINGO: Contextual​izá-la para bem a entender e melhor vivê-la: EUCARISTIA, LITURGIA & VIDA!

Considerando:
1. "Três qualidades essenciais de uma homilia: Positiva, concreta, profética" AQUI
2. "A Palavra de Deus no quotidiano da vida eclesial" AQUI
3. "A autora recorda sobretudo a homilia dessa eucaristia, que não fez “lembrar nada a imagem da Igreja” que tinha “de pequenina”, e que a fez afastar-se depois de fazer a “primeira comunhão”. Para saber mais, clicar AQUI
4. "Os leitores mais atentos poderão confirmar se o Papa Francisco é coerente quando exige qualidade nas homilias como fez na exortação apostólica "A alegria do Evangelho" e a sua prática nas missas que celebra em Santa Marta. Basta ler o livro que reproduz muitas daquelas saborosas homilias feriais" - Pe. Rui Osório in JN de 11/1/2015 - "A verdade é um encontro" AQUI
5. Pregação «não é um sermão sobre um tema abstrato»: Vaticano apresenta diretório sobre homilias. Para saber mais clicar, AQUI
6. Diretório homilético: Para falar de fé e beleza mesmo quando não se é «grande orador». Ver AQUI
7. Papa mais,  pede aos padres para falarem ao «coração» e não fazerem «homilias demasiado intelectuais». Par saber mais, clicar AQUI.
8. Porquê ir à missa ao domingo? Ler AQUI.


Então:
Tema do 3º Domingo do AdventoAs leituras do 3º Domingo do Advento garantem-nos que Deus tem um projecto de salvação e de vida plena para propor aos homens e para os fazer passar das “trevas” à “luz”.
Na primeira leitura, um profeta pós-exílico apresenta-se aos habitantes de Jerusalém com uma “boa nova” de Deus. A missão deste “profeta”, ungido pelo Espírito, é anunciar um tempo novo, de vida plena e de felicidade sem fim, um tempo de salvação que Deus vai oferecer aos “pobres”.
O Evangelho apresenta-nos João Baptista, a “voz” que prepara os homens para acolher Jesus, a “luz” do mundo. O objectivo de João não é centrar sobre si próprio o foco da atenção pública; ele está apenas interessado em levar os seus interlocutores a acolher e a “conhecer” Jesus, “aquele” que o Pai enviou com uma proposta de vida definitiva e de liberdade plena para os homens.
Na segunda leitura Paulo explica aos cristãos da comunidade de Tessalónica a atitude que é preciso assumir enquanto se espera o Senhor que vem… Paulo pede-lhes que sejam uma comunidade “santa” e irrepreensível, isto é, que vivam alegres, em atitude de louvor e de adoração, abertos aos dons do Espírito e aos desafios de Deus.
EVANGELHO – Jo 1,6-8.19-28
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Apareceu um homem enviado por Deus, chamado João.
Veio como testemunha, para dar testemunho da luz,
a fim de que todos acreditassem por meio dele.
Ele não era a luz,
mas veio para dar testemunho da luz.
Foi este o testemunho de João,
quando os judeus lhe enviaram, de Jerusalém,
sacerdotes e levitas, para lhe perguntarem:
«Quem és tu?»
Ele confessou a verdade e não negou;
ele confessou:
«Eu não sou o Messias».
Eles perguntaram-lhe: «Então, quem és tu? És Elias?»
«Não sou», respondeu ele.
«És o Profeta?». Ele respondeu: «Não».
Disseram-lhe então: «Quem és tu?
Para podermos dar uma resposta àqueles que nos enviaram,
que dizes de ti mesmo?»
Ele declarou: «Eu sou a voz do que clama no deserto:
‘Endireitai o caminho do Senhor’,
como disse o profeta Isaías».
Entre os enviados havia fariseus que lhe perguntaram:
«Então, porque baptizas,
se não és o Messias, nem Elias, nem o Profeta?»
João respondeu-lhes:
«Eu baptizo em água,
mas no meio de vós está Alguém que não conheceis:
Aquele que vem depois de mim,
a quem eu não sou digno de desatar a correia das sandálias».
Tudo isto se passou em Betânia, além Jordão,
ond

e João estava a baptizar.
AMBIENTE
O Evangelho segundo João começa com uma composição que se convencionou chamar “prólogo” (cf. Jo 1,1-18). Trata-se, provavelmente, de um primitivo hino cristão conhecido da comunidade joânica, que o autor do Quarto Evangelho adaptou e onde se expressa a fé da comunidade em Cristo, Palavra viva de Deus, enviado ao mundo para concretizar o plano de salvação que Deus tinha para oferecer aos homens. Os primeiros três versículos do texto que hoje nos é proposto (cf. Jo 1,6-8) pertencem a esse “prólogo”.
Depois do “prólogo”, o autor do Quarto Evangelho desenvolve, em várias etapas, a sua catequese sobre Jesus. Na “secção introdutória” que se segue imediatamente ao “prólogo” (cf. Jo 11,19-3,36), ele procura dizer quem é Jesus e definir a sua missão, fazendo entrar sucessivamente em cena várias personagens cuja função é apresentar ao leitor a figura de Jesus. De entre estas personagens, sobressai a figura de João Baptista, o “apresentador” oficial de Jesus. Ele aparece no início (cf. Jo 1,19-37) e no fim (cf. Jo 3,22-36) dessa secção introdutória a dar testemunho sobre Jesus. O corpo central do texto evangélico que hoje nos é proposto apresenta, precisamente, um primeiro testemunho que João dá sobre Jesus, diante dos enviados das autoridades judaicas.
Para percebermos o alcance do diálogo entre João e os líderes judaicos, é preciso ter em conta o ambiente político, social e religioso da Palestina do século I… Dominado pelos romanos, humilhado e impossibilitado de definir o seu destino, afogado em impostos ruinosos, explorado por uma classe dirigente comodamente instalada nos seus privilégios, escravizado por um sistema religioso ritual e legalista, o Povo de Deus vivia na expectativa da chegada do Messias libertador, enviado por Deus para inaugurar uma nova era de liberdade, de alegria, de felicidade. Muitos israelitas estavam dispostos a aproveitar qualquer oportunidade de libertação e eram presa fácil dos falsos messias e dos vendedores de sonhos. As frequentes aventuras messiânicas falhadas só aumentavam a violência, a miséria, a pobreza e a frustração nacional.
A hierarquia religiosa judaica não gostava demasiado de ouvir falar na chegada do Messias. De facto, um dos objectivos do Messias, segundo a concepção corrente, deveria ser a reforma das instituições da hierarquia religiosa judaica, considerada indigna. Não admira, pois, que as autoridades se inquietassem diante da actividade de João.

MENSAGEM
Na primeira parte do nosso texto (vers. 6-8), apresenta-se João. Dele dizem-se duas coisas: que é “um homem” e que foi “enviado por Deus”. O agente principal nesta história é, naturalmente, Deus: é Deus que escolhe esse homem e o envia ao mundo com uma missão concreta. É, habitualmente, esse o “método” de Deus: chama homens, confia-lhes uma missão e, através deles, intervém no mundo. A missão de João é “dar testemunho da luz”. A “luz”, no Quarto Evangelho, representa essa realidade que vem de Deus e com a qual Deus se propõe construir para os homens um mundo novo de vida definitiva e de felicidade total. João não actua por sua própria iniciativa, mas em resposta à escolha divina e para concretizar uma missão que Deus lhe confiou.
Por outro lado, embora enviado por Deus, João não é “a luz” – isto é, ele não tem a capacidade de eliminar as trevas que escurecem e desfeiam a vida dos homens, porque não tem a capacidade de dar vida aos homens. João é apenas “a testemunha” que vem preparar os homens para acolher esse que vai chegar e que será “a luz/vida”.
Na segunda parte do nosso texto (vers. 19-28), temos o “testemunho” de João. A cena coloca-nos diante de uma comissão oficial, enviada de Jerusalém para investigar João e constituída por sacerdotes e levitas (encarregados, entre outras coisas, de vigiar a ortodoxia e a fidelidade à ordem religiosa judaica). No ambiente de messianismo exacerbado da época, a figura de João e o seu testemunho resultam inquietantes para os líderes religiosos judeus…
A comissão investigadora começa por interrogar João com uma pergunta aparentemente inócua: “quem és tu?”. Os interrogadores não tomam posição. Limitam-se a esperar que o próprio João declare a sua posição e as suas intenções. João descarta totalmente a hipótese de ser o Messias. Também não aceita identificar-se com Elias (de acordo com Mal 3,22-23, Elias devia vir preparar o “dia de Jahwéh” – que, no século I era o dia da vinda do Messias libertador, enviado por Deus para construir um mundo novo). Tampouco aceita assumir o título de “o profeta” (este título parece aludir a Dt 18,15 e significava, na época de Jesus, um “segundo Moisés” que deveria aparecer nos últimos tempos). Na verdade, João não aceita que lhe atribuam nenhuma função que possa centrar a atenção na sua própria pessoa. As suas três respostas são rotundas negativas. Ele não busca a sua glória ou a sua afirmação, nem vem em seu próprio nome; a sua missão é meramente dar testemunho da “luz” e é para essa “luz” que os holofotes devem ser apontados.
É dentro deste enquadramento que devemos entender a resposta de João, quando os seus interlocutores o convidam a definir-se: “eu sou uma voz”. “Voz” é um termo relacional que supõe ouvintes a quem é comunicada uma mensagem… A “voz” não tem rosto, é anónima e passa despercebida; o importante é o conteúdo da mensagem. É isso que João é: uma “voz” através da qual Deus passa aos homens uma mensagem. É à mensagem e não à “voz” que os homens devem dar atenção.
A mensagem que a “voz” veicula é: “endireitai o caminho do Senhor”. A expressão é tomada de Is 40,3, numa versão livre. Em Isaías, a expressão é usada no contexto da intervenção salvadora de Deus para fazer regressar à Terra da Liberdade os judeus cativos na Babilónia. Pedia que o Povo instalado e acomodado, desanimado e frustrado fizesse um esforço para acolher os desafios de Deus e aceitasse pôr-se a caminho com Deus em direcção a um futuro novo de vida e de esperança. É essa mesma realidade que João é chamado a acordar no coração do seu Povo.
As respostas negativas de João desconcertam a comissão… Se João não reivindica nenhum dos títulos tradicionais – “Messias”, “Elias”, “o profeta” – a que título é que ele baptiza?
O baptismo ou imersão na água era um símbolo relativamente frequente no judaísmo. Era usado como rito de purificação (por exemplo, para um enfermo curado da sua doença – cf. Lev 14,8) ou para significar a mudança de estado de vida (podia significar, por exemplo, a passagem de uma situação de escravidão a uma situação de liberdade; para os prosélitos, significava o abandono das práticas e crenças pagãs e a adesão ao judaísmo). O baptismo de João significava, provavelmente, a ruptura com a vida das trevas e o desejo de aderir a uma nova vida. Para João seria, apenas, um primeiro passo para acolher “a luz”.
João evita responder directamente à objecção que os fariseus lhe colocam. Ele prefere desvalorizar o seu baptismo com água e apontar para “aquele” que vem e a quem João não é digno “de desatar as correias das sandálias”. Esse é que é “a luz” que vai libertar o homem da escuridão, da cegueira, da mentira, do egoísmo, do pecado. É como se João dissesse: “não vos preocupeis com o baptismo com água que eu administro, pois ele é, apenas, um símbolo de transformação e de adesão a uma nova realidade; mas olhai antes para essa nova realidade que já está no meio de vós e que o Messias vos vai oferecer. É o baptismo do Messias (o baptismo no Espírito) que transformará totalmente os corações dos homens, os fará livres e lhes dará a vida definitiva. Esse que vem baptizar no Espírito já está presente, a fim de iniciar a sua obra libertadora. Procurai conhecê-lo – isto é, escutá-lo e acolher a sua proposta de vida e de libertação”.
A indicação de que os líderes não “conhecem” esse “alguém” que já chegou e do qual João apenas é “a voz” é, provavelmente, uma denúncia da situação em que se encontra a classe dirigente judaica, instalada nos seus privilégios, certezas e preconceitos e muito pouco aberta à novidade e aos desafios de Deus.

ACTUALIZAÇÃO
Considerar, na reflexão, os seguintes dados:
• A “voz”, através da qual Deus fala, convida-nos a endireitar “o caminho do Senhor”. É, na linguagem do Evangelho segundo João, um convite a deixar “as trevas” e a nascer para “a luz”. Implica abandonar a mentira, os comportamentos egoístas, as atitudes injustas, os gestos de violência, os preconceitos, a instalação, o comodismo, a auto-suficiência, tudo o que desfeia a nossa vida, nos torna escravos e nos impede de chegar à verdadeira felicidade. Em termos pessoais, quais são as mudanças que eu tenho de operar na minha existência para passar das “trevas” para a “luz”? O que é que me escraviza e me impede de ser plenamente feliz? O que é que na minha vida gera desilusão, frustração, desencanto, sofrimento?
• A “voz”, através da qual Deus fala, convida-nos a olhar para Jesus, pois só Ele é “a luz” e só Ele tem uma proposta de vida verdadeira para apresentar aos homens. À nossa volta abundam os “vendedores de sonhos”, com propostas de felicidade “absolutamente garantida”. Atraem-nos, seduzem-nos, manipulam-nos, escravizam-nos e, quase sempre, deixam-nos decepcionados e infelizes, mais angustiados, mais perdidos, mais frustrados. João garante-nos: só Jesus é “a luz” que liberta os homens da escravidão e das trevas e lhes oferece a vida verdadeira e definitiva. A quem dou ouvidos: às propostas de Jesus, ou às propostas da moda, do politicamente correcto, das pessoas “in” que aparecem dia a dia nas colunas sociais e que ditam o que está certo e está errado à luz dos critérios do mundo? Que significado é que Jesus e a sua proposta assumem no meu dia a dia?
• Jesus marca, realmente, a minha existência? Os valores que Ele veio propor têm peso e impacto nas minhas decisões e opções? Quando celebro o nascimento de Jesus, celebro um acontecimento do passado que deixou a sua marca na história, ou celebro o encontro com alguém que é “a luz” que ilumina a minha existência e que enche a minha vida de paz, de alegria, de liberdade?
• O “homem chamado João”, enviado por Deus “para dar testemunho da luz”, convida-nos a pensar sobre a forma de Deus actuar na história humana e sobre as responsabilidades que Deus nos atribui na recriação do mundo… Deus não utiliza métodos espectaculares e assombrosos para intervir na nossa história e para recriar o mundo; mas Ele vem ao encontro dos homens e do mundo para os envolver no seu amor através de pessoas concretas, com um nome e uma história, pessoas “normais” a quem Deus chama e a quem confia determinada missão. A todos nós, seus filhos, Deus confia uma missão no mundo – a missão de dar testemunho da “luz” e de tornar presente, para os nossos irmãos, a proposta libertadora de Jesus. Tenho consciência de que Deus me chama e me envia ao mundo? Como é que eu respondo ao chamamento de Deus: com disponibilidade e entrega, ou com preguiça, comodismo e instalação?
• A atitude simples e discreta com que João se apresenta é muito sugestiva: ele não procura atrair sobre si as atenções, não usa a missão para a sua glória ou promoção pessoal, não busca a satisfação de interesses egoístas; ele é apenas uma “voz” anónima e discreta que recorda, na sombra, as realidades importantes. João é uma tremenda interpelação para todos aqueles a quem Deus chama e envia… Com ele, o profeta (isto é, todo aquele a quem Deus chama e a quem confia uma missão) deve aprender a ficar na sombra, a ser discreto e simples, de forma a que as pessoas não o vejam a ele mas às realidades importantes que ele propõe.
• A atitude dos fariseus e dos líderes judaicos, cheios de preconceitos, preocupados em manter os seus esquemas de poder e instalação, instalados no seu comodismo e nos seus privilégios, impede-os de “conhecer” “a luz” que está a chegar. Trata-se de um aviso, para nós: quando nos instalamos no nosso comodismo, no nosso bem-estar, na nossa auto-suficiência, fechamos o coração à novidade e aos desafios que Deus nos faz… Dessa forma, não reconhecemos Jesus quando Ele vem ao nosso encontro e não O deixamos entrar na nossa vida. A liturgia convida-nos, neste Advento, à desinstalação, a fim de que o Senhor que vem possa nascer na nossa vida.
João Batista, enviado por Deus, continua hoje a preparar-nos para o seu Advento
Um homem: João é um homem, sem qualquer qualificativo de pertença social ou religioso. Cala-se o ter vindo ao mundo de uma família sacerdotal, cala-se a sua proveniência. Ele é um homem apresentado de maneira despojada, de quem importa apenas dizer que é «enviado por Deus» e, imediatamente a seguir, «testemunha». Eis a sua verdadeira qualificação: um enviado, um profeta e uma testemunha, portanto servo de Deus. Para saber mais, clicar AQUI.




sábado, 16 de dezembro de 2017

inPRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.


100 anos de divisões
https://www.jn.pt/opiniao/domingos-de-andrade/interior/100-anos-de-divisoes-8973261.html
"Dias de Raiva"
Economista que previu crise de 2008 avisa: o ouro vai explodir, o dólar desaparecer
Lisboa contrata mais de 120 assessores e secretárias para Medina e vereadores
Salvador Sobral já terá recebido transplante de coração
Inteligência artificial do Google aprendeu todo o conhecimento humano de xadrez em 4 horas
“Relógio biológico” pode ajudar a acabar com o cancro
Descoberta a mais antiga cópia dos sermões proibidos de Jesus Cristo
O “chauffeur” de Angola afinal parece que não aceita ordens
A falência de 2015
Prevenir a corrupção em Portugal
Maestrina Joana Carneiro dirige Filarmónica Real de Estocolmo na entrega dos Nobel
Migrantes: Mais do que leis, precisam de amor, amizade e proximidade, sublinha papa
http://snpcultura.org/migrantes_mais_do_que_leis_precisam_amor_amizade_proximidade.html
Arte e reabilitação: Presos restauram estátuas de igrejas
Eduardo Lourenço: «Os efeitos da revolução cristã ainda não acabaram»
Salvador Sobral acordou e "agradeceu à equipa com boa voz"
O Fisco que apague a luz
Não somos apenas bons. Somos os melhores
World Travel Awards. Portugal é o Melhor Destino Turístico do Mundo
e
Melhor des(a)tino do mundo
Defender o turismo
Brexit: o fim do princípio
Rohingya lembrados na entrega do Nobel
Deem o subsídio a Dijsselbloem
Museu da Bíblia abre na capital dos EUA
Papa Francisco abençoa novo Museu da Bíblia
Mulheres que acusam Donald Trump de assédio sexual unem-se para o processar
Empresas alemãs sob suspeita de corrupção no caso do submarino argentino
Fundador da IURD lidera rede de adoção ilegal com crianças portuguesas
A Mercedes alugou um Tesla para o copiar (e a aventura correu muito mal)
Até as boas intenções têm dever de transparência
Infelizmente, não é raro
A seguir à tempestade Ana vem o Bruno e a Carmen. Saiba porquê
Não dar presentes aos miúdos
Amar é destruir a solidão do outro
Ainda não está a arder
Amnistia acusa Europa de ser cúmplice da Líbia nos maus-tratos a migrantes
Papa diz que hospitais católicos “não são empresas”
Abandono escolar sobe para 14% e Portugal afasta-se de meta europeia
Ex-homem forte da Sonangol deixou 20 milhões de euros ao estafeta
Explosão “letal” terá destruído submarino argentino em 40 milissegundos
Dieta vegetariana afeta a nossa saúde (mas para pior)
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«Aqui há espaço para todos»: Quando igrejas e sinagogas dão lugar a mesquitas
Igreja cuida, mesmo quando não consegue curar, sublinha papa na mensagem para Dia Mundial do Doente
http://snpcultura.org/igreja_cuida_mesmo_quando_nao_consegue_curar_papa_dia_mundial_doente.html
Isabel dos Santos transferiu 238 milhões poucas horas antes do congelamento de bens
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Sabia das contas? "Provavelmente" mas "não me lembrava disso"
Um novo demolidor global?
Cabala perdida
Não sabiam, mas tinham o nome nos órgãos sociais da Raríssimas
Juncker envolvido em caso de escutas ilegais e adulteração de conversas
"Nunca tive conhecimento de qualquer dúvida sobre as contas"
Lição sobre dois funerais
Tanto por fazer, num mundo cada vez mais desigual
Os meninos perdidos de Myanmar
Myanmar. Pelo menos 9 mil rohingyas morreram entre Agosto e Setembro
Dupla derrota para Trump no Alabama dá esperança aos democratas para 2018
Verbas bloqueadas
Vieira da Silva implicado no escândalo Raríssimas
Mães podem processar Estado contra adoções ilegais da IURD
https://www.dn.pt/sociedade/interior/maes-podem-processar-estado-contra-adocoes-ilegais-da-iurd-8983507.html
O cristianismo perante a pobreza
May derrotada: Brexit tem de passar no Parlamento
Rui Rio recebe 21 mil euros por ano da Ordem dos Contabilistas
A besta vai destruir-nos?
Trump na relva
Carta de natal a uma filha
Um desastre provável
Bojardismo político
Pedrógão Grande. A cadeira vazia no Natal
NASA descobriu Sistema Solar com 8 planetas semelhante ao nosso
Judiciária fez buscas à Ordem dos Contabilistas
Mistério dos quadros perdidos de Rafael finalmente desvendado no Vaticano
Fitch dá maior subida de rating de sempre a Portugal e coloca país no grupo da Itália
Manuel Aires Mateus é o vencedor do Prémio Pessoa

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

ATENÇÃO/REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Predação, violência e guerra

O que está em causa na origem da guerra é o supérfluo. Mas o supérfluo não é apenas o que é desnecessário para uns, é também o que pode ser necessário para outros e que, tendo sido apropriado por aqueles para quem não é necessário, nunca pode chegar à posse de esses a quem realmente faltava. Para saber mais clicar AQUI.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

LIVRO&LEITURA: "Novena de Natal"

Por vezes dói, andar descalço; mas só assim podemos sentir o mundo como ele é. Descalços tornamo-nos capazes de acolher a realidade: a realidade da nossa vida e da vida dos que nos rodeiam. Quais são as tuas «sandálias»? O que é que te tem impedido de viver a vida de maneira autêntica? Para saber mais, clicar AQUI.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

ESPIRITUALIDADE: Como ler a Bíblia, voz do infinito

Livro sagrado para os crentes de mais de uma religião, superclássico da literatura, chave indispensável para decifrar o pensamento e a história, objeto interminável de curiosidade, de receção e estudo, a Bíblia requer, evidentemente, uma arte da interpretação. Ela possui uma espessura histórica inalienável, que deve ser tomada em consideração. Para saber mais, clicar AQUI.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

ESPIRITUALIDADE: Para uma espiritualidade da menoridade

Abri um espaço acolhedor e disponível para que entrem na vossa vida todos os menores do vosso tempo: os marginalizados, homens e mulheres que vivem pelas nossas estradas, nos parques ou nas estações; os milhares de desempregados, tantos doentes, tantos idosos abandonados, as mulheres maltratadas, os migrantes que procuram uma vida digna, todos aqueles que vivem nas periferias existenciais, privados de dignidade e também da luz do Evangelho. Para saber mais, clicar AQUI.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

LIVROS&LEITURAS: "Museu da Bíblia"

Abriu esta sexta-feira em Washington, D.C., capital dos EUA, o Museu da Bíblia, que ocupa as instalações de antigos armazéns e se estende por 40 mil m2, divididos por oito pisos. Além de fragmentos de manuscritos do Mar Morto, uma das maiores coleções privadas de Torás (os cinco primeiros livros do Antigo Testamento) e uma Bíblia que pertenceu a Elvis Presley, o museu dispõe de auditórios e restaurantes, bem como um jardim no topo do edifício com plantas mencionadas na Sagrada Escritura. Para saber mais, clicar AQUI.
Papa Francisco abençoa novo Museu da Bíblia
«É sua esperança fervorosa que esta significativa instituição cultural, através das suas extensivas coleções e exposições, promova um melhor conhecimento não só da história rica e complexa dos textos bíblicos, mas também do poder duradouro da sua mensagem para inspirar e configurar as vidas de pessoas de povos de todos os tempos e lugares.». Para saber mais, clicar AQUI.