"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























sábado, 13 de outubro de 2012

(in)PRENSA semanal: a minha selecção

Para quem, que por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA: a minha selecção" que aí virão.

António Borges "nunca trabalhou na vida"
http://expresso.sapo.pt/antonio-borges-nunca-trabalhou-na-vida=f756829
Talvez o pior discurso do mundo
http://expresso.sapo.pt//talvez-o-pior-discurso-do-mundo=f758137?utm_source=newsletter&utm_medium=mail&utm_campaign=newsletter&utm_content=2012-10-06
Cavaco podia? Podia... mas não era a mesma coisa
http://expresso.sapo.pt/cavaco-podia-podia-mas-nao-era-a-mesma-coisa=f758306#ixzz28WssrsYE
António Borges é ignorante e mentiroso, prova-o Eugénio Rosa

 

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

ANO DA FÉ: hoje, o primeiro dia do resto dos seus dias.

Eu, ex-ateu me confesso:
Um antes. Outro depois. O que fui e o que sou - para bem melhor. Por isso há que compartilhar, apregoar, divulgar esse bem-estar, serenidade, desprendimento e alegria - "Faz aos outros o que gostarias que eles te fizessem"  - tal & qual "é a mulher que, possuindo dez dracmas e, perdendo uma delas, não acende uma candeia, varre a casa e procura atentamente, até encontrá-la? 9 E quando a encontra, reúne suas amigas e vizinhas e diz: 'Alegrem-se comigo, pois encontrei minha moeda perdida". (Lc 15:8,9).  
Era o testemunho que ela dava... o testemunho de bênçãos alcançadas, sempre animará outras pessoas...e, nós crentes, deveríamos explorar bastante o nosso testemunho...
É o que tenho vindo a fazer nestas páginas. E que agora, mais do que nunca, continuarei. Desta feita:
«A fé não é a construção de uma estabilidade mas é a aceitação de um combate, que é também uma dança com o anjo de Deus.» A experiência de Deus é de nudez, muitas vezes mudez, de fragilidade, dúvida, silêncio e noite; é uma experiência de não saber, não ver, não conhecer, não ter, não poder… É um não repetido que paradoxalmente acaba por se tornar lugar de encontro. «Bendita noite, bendito silêncio de Deus, bendito caminho austero que a fé nos leva a fazer.» «O que nos é oferecido é o caminho, a viagem, o bordão e as sandálias de peregrino.» «Não há teologia de fé que não seja teologia de crise. A fé é para nos colocar em crise, isto é, em estado de abertura, renascimento e reconfiguração.»

LEITURA: Livros novos para o outono

“A alegria da fé”, “A Igreja no Médio Oriente”, “A morte ensina a viver”, “Auto-de-fé”, Celebrações para o Ano da Fé”, “Estudos Orientais”, “Exercícios Espirituais de Santo Inácio”, “”Introdução à Fé”, “Os rostos de Maria na Bíblia”, “Os dias da Universidade e outras intervenções”, “Os leigos depois do Concílio”, “S. Tomás de Aquino”, “Só avança quem descansa – A sabedoria do tempo” e ” YouCat: orações para os jovens”. O Ano da Fé e os 50 anos do início do Concílio Vaticano II estão na origem de algumas das obras recentemente lançadas em Portugal. Conheça os títulos e resumos fornecidos pelas editoras de algumas das propostas de leitura para o outono.
 

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

ESPIRITUALIDADE: Cristianismo não está a acabar mas a transformar-se

«Talvez o que o nosso tempo descobre, mesmo entre convulsões e incertezas, seja um modo diferente de ser crente, traduzido de formas alternativas nas suas necessidades, buscas e pertenças. Não estamos perante o crepúsculo do cristianismo, como defendem aqueles que se apressam a chamar pós-cristãs às nossas sociedades. Quem não se apercebe que o radical lugar do cristianismo foi sempre a habitação da própria mudança não o colhe por dentro. Mas há eixos que se vão tornando suficientemente claros para que seja cada vez mais um dever os enunciarmos e contarmos com eles.» O diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura aponta três.
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LEITURA: Como queremos continuar a História?

«Desde que a crise se instalou no opulento Ocidente, em várias escalas da coexistência humana, vive-se sem projeto de comunidade. Administramo-nos e somos administrados pela racionalidade da eficácia, diminuídos à condição de meios a proporcionar o fim da eficiência. Um esquema societário da subtração hegemoniza-se sob o fundamento duplo de que, na ordem dos factos, o mundo não basta para todos e de que, na ordem dos valores, não devemos dar por garantido nenhum direito adquirido quanto à existência digna no mundo.» Os ensaios do livro “Primeiras vontades – Da liberdade política para tempos árduos”, de André Barata, procuram defender «escolhas humanas que deem um futuro à História, através do pensamento sobre a liberdade política de Jean-Jacques Rousseau, Isaiah Berlin, Hannah Arendt, Jacques Rancière, Jean-Paul Sartre e Slavoj Žižek».

CINEMA: "O Gebo e a Sombra": Manoel de Oliveira...

O desafio, diz, veio de um amigo: fazer um filme sobre a pobreza. Foi feito há anos e Manoel de Oliveira considerou-o difícil. Difícil, não impossível. Anos passados surge “O Gebo e a Sombra”. Um olhar sobre a obra homónima de Raul Brandão, que o cineasta recria de forma mestra, com grande simplicidade mas nenhum simplismo, que é também um olhar sobre os paradigmas existenciais do passado e do presente, sobre Portugal e os portugueses, sobre a pobreza, a honra, o sonho e a esperança, oferecendo uma profunda reflexão sobre o poder do dinheiro.

REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: A quem darei o meu coração para sempre?

Em todas as dimensões da vida temos de decidir quais serão os nossos compromissos. E isso começa com o maior de todos: a quem darei, total e definitivamente, o meu coração? Tudo o resto decorre dessa escolha. Mas o que sucederá às outras opções de vida se esse compromisso primordial for ambivalente ou hesitante?
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ALIMENTAÇÃO: os piores alimentos que ingerimos!

Dr. Lair Ribeiro (Cardiologista e Nutrólogo) - Autor de 35 livros, sendo que 15 se tornaram best sellers, 25 foram traduzidos para outros idiomas e disponíveis em mais de 40 países
- Teve 149 trabalhos científicos publicados em revistas médicas americanas indexadas
- Trabalhou em três universidades americanas: Harvard Medical School, Baylor College of Medicine e Thomas Jefferson University
- Hoje trabalha em vários países da América do Sul, Central, do Norte e na Europa, ministrando conferências e Workshops sobre desenvolvimento pessoal e profissional
- Ministra cursos para médicos na área de antienvelhecimento e modulação hormonal bioidêntica.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

quem conhece ESTES DESCONHECIDOS (18)...

...que merecem ser CONHECIDOS - vida&obra - e eu mais em conhecê-los e dar a conhecer?

Hildegarda de Bingen
Surpreenderá que esta mulher repartida por uma atividade intensa e, quase sempre, genial, que esta menina dos barões de Bermershein que ingressou aos oito anos num convento para «ressuscitar com Cristo na glória da imortalidade» e, depois, foi tudo, abadessa, escritora, música, visionária, pintora, que esta mulher espiritual que influenciava coroados e pontífices e se tornou, mesmo com os votos de clausura, viajante numa cristandade assombrada por tensões, nos idos do décimo segundo século, era afinal alguém de saúde frágil, de fisionomia insegura, atormentada por uma excessiva sensibilidade às condições climatéricas e aos fenómenos naturais. Diz-se que isso terá despertado em Hildegarda capacidades extraordinárias de perceção das forças biológicas e psíquicas e das suas subterrâneas correlações. O certo é a natureza lhe ter revelado as suas virtudes curativas e o Espírito os seus mistérios sobrenaturais.
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