"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























sábado, 21 de janeiro de 2023

(in)PRENSA semanal (14-01-2023 a 20-01-2023): a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSAsemanal: a minha selecção!" que aí virão



BCE avisa Portugal. Apoios só vão piorar a crise (não respeitam a “regra dos três T”)
O Qatar tem a Alemanha na mão — e os alemães nem sonham
O que é que as unhas dizem sobre a sua saúde?
A civilização como a conhecemos “vai acabar brevemente”
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AUMENTA PERSEGUIÇÃO CONTRA CRISTÃOS NOS PAÍSES ASIÁTICOS, MÉDIO ORIENTE E ÁFRICA
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Turquia, um parceiro incómodo
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Ataque nuclear: o que deve fazer logo, onde se esconder e melhores países para viver
A sua casa tem muita humidade? Eis algumas dicas para combater o problema

sexta-feira, 20 de janeiro de 2023

quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

LIVRO&LEITURA: AS PALAVRAS CALADAS

Uma obra escrita na primeira pessoa, à maneira de um diário, que na opinião do P. Vasco Pinto de Magalhães, sj, nos permite entrar na intimidade de Maria de Nazaré. A fé e a fragilidade, a alegria e a dor, o mistério e a proximidade desta mulher singular vão-se-nos tornando cada vez mais familiares. Um livro cativante que é muito mais do que uma biografia da mãe de Jesus: é um poema tecido de delicadeza e ternura. Mais informação disponível na livraria online.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: DIZ-ME COM QUEM FALAS, DIR-TE-EI QUEM ÉS

O P. Rui Fernandes, sj convida-nos a rever o nosso conceito de amizade, tendo como exemplo a atitude de Jesus para com os seus amigos, nomeadamente com Judas. "O facto de Jesus o ter mantido como amigo e entre os seus continua a pairar como desafio à nossa capacidade de amar até ao fim não só os inimigos que encontramos, mas os amigos que perdemos". Um grande desafio a que esta reflexão nos ajuda a responder.

LIVRO&LEITURA: Uma história que não é contada nas escolas

 “Bem mais do que o povo hoje tem consciência, a Igreja Católica moldou o tipo de civilização em que vivemos e o tipo de pessoas que somos. Embora os livros textos típicos das faculdades não digam isto, a Igreja Católica foi a indispensável construtora da Civilização Ocidental” Dr. Thomas Woods. Para saber mais clicar AQUI.


segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

PALAVRA de DOMINGO: Contextualizá-la para bem a entender e melhor vivê-la: EUCARISTIA, LITURGIA & VIDA!

Considerando:

1. "Três qualidades essenciais de uma homilia: Positiva, concreta, profética" AQUI
2. "A Palavra de Deus no quotidiano da vida eclesial" AQUI
3. "A autora recorda sobretudo a homilia dessa eucaristia, que não fez “lembrar nada a imagem da Igreja” que tinha “de pequenina”, e que a fez afastar-se depois de fazer a “primeira comunhão”. Para saber mais, clicar AQUI
4. "Os leitores mais atentos poderão confirmar se o Papa Francisco é coerente quando exige qualidade nas homilias como fez na exortação apostólica "A alegria do Evangelho" e a sua prática nas missas que celebra em Santa Marta. Basta ler o livro que reproduz muitas daquelas saborosas homilias feriais" - Pe. Rui Osório in JN de 11/1/2015 - "A verdade é um encontro" AQUI
5. Pregação «não é um sermão sobre um tema abstrato»: Vaticano apresenta diretório sobre homilias. Para saber mais clicar, AQUI
6. Diretório homilético: Para falar de fé e beleza mesmo quando não se é «grande orador». Ver AQUI
7. Papa mais,  pede aos padres para falarem ao «coração» e não fazerem «homilias demasiado intelectuais». Par saber mais, clicar AQUI.
8. Porquê ir à missa ao domingo? Ler AQUI.
9. O que é que se faz para que a Eucaristia dominical seja algo de vital, de verdadeiramente comunitário, capaz de permitir o reconhecimento recíproco e uma autêntica fraternidade para quantos nela participam? Ler&saber AQUI.
10. Os 8 conselhos dos santos para amar a Eucaristia AQUI.  
11.  Os 11 conselhos para viver a Missa mais profundamente AQUI.
12. Papa Francisco pede aos padres: façam homilias mais curtas AQUI.
13. A atenção daqueles que estão ao serviço da Palavra que devem, também, preparar-se convenientemente, a fim de que a Palavra se torne atraente e chegue ao coração dos que a escutam. . . É assim que procedem aqueles a quem a Igreja confia o serviço da Palavra? (Dehonianos, 20 Outubro 2019)

Então: 
Tema do 2º Domingo do Tempo Comum - Ano A
A liturgia deste domingo coloca a questão da vocação; e convida-nos a situá-la no contexto do projecto de Deus para os homens e para o mundo. Deus tem um projecto de vida plena para oferecer aos homens; e elege pessoas para serem testemunhas desse projecto na história e no tempo.
A primeira leitura apresenta-nos uma personagem misteriosa - Servo de Jahwéh - a quem Deus elegeu desde o seio materno, para que fosse um sinal no mundo e levasse aos povos de toda a terra a Boa Nova do projecto libertador de Deus.
A segunda leitura apresenta-nos um "chamado" (Paulo) a recordar aos cristãos da cidade grega de Corinto que todos eles são "chamados à santidade" - isto é, são chamados por Deus a viver realmente comprometidos com os valores do Reino.
O Evangelho apresenta-nos Jesus, "o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo". Ele é o Deus que veio ao nosso encontro, investido de uma missão pelo Pai; e essa missão consiste em libertar os homens do "pecado" que oprime e não deixa ter acesso à vida plena.
EVANGELHO - Jo 1,29-34
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Naquele tempo,
João Baptista viu Jesus, que vinha ao seu encontro,
e exclamou:
«Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
Era d'Ele que eu dizia:
"Depois de mim virá um homem,
que passou à minha frente, porque existia antes de mim".
Eu não O conhecia,
mas para Ele Se manifestar a Israel
é que eu vim baptizar em água».
João deu mais este testemunho:
«Eu vi o Espírito Santo
descer do Céu como uma pomba e repousar sobre Ele.
Eu não O conhecia,
mas quem me enviou a baptizar em água é que me disse:
"Aquele sobre quem vires o Espírito Santo descer e repousar
é que baptiza no Espírito Santo".
Ora eu vi e dou testemunho de que Ele é o Filho de Deus».
AMBIENTE
A perícopa que nos é proposta integra a secção introdutória do Quarto Evangelho (cf. Jo 1,19-3,36). Aí o autor, com consumada mestria, procura responder à questão: "quem é Jesus?"
João dispõe as peças num enquadramento cénico. As diversas personagens que vão entrando no palco procuram apresentar Jesus. Um a um, os actores chamados ao palco por João vão fazendo afirmações carregadas de significado teológico sobre Jesus. O quadro final que resulta destas diversas intervenções apresenta Jesus como o Messias, Filho de Deus, que possui o Espírito e que veio ao encontro dos homens para fazer aparecer o Homem Novo, nascido da água e do Espírito.
João Baptista, o profeta/percursor do Messias, desempenha aqui um papel especial na apresentação de Jesus (o seu testemunho aparece no início e no fim da secção - cf. Jo 1,19-37; 3,22-36). Ele vai definir aquele que chega e apresentá-lo aos homens. Ao não assinalar-se o auditório, sugere-se que o testemunho de João é perene, dirigido aos homens de todos os tempos e com eco permanente na comunidade cristã.
MENSAGEM
João é, portanto, o apresentador oficial de Jesus. De que forma e em que termos o vai apresentar?
A catequese sobre Jesus que aqui é feita expressa-se através de duas afirmações com um profundo impacto teológico: Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo; e é o Filho de Deus que possui a plenitude do Espírito.
A primeira afirmação ("o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" - Jo 1,29) evoca, provavelmente, duas imagens tradicionais extremamente sugestivas. Por um lado, evoca a imagem do "servo sofredor", o cordeiro levado para o matadouro, que assume os pecados do seu Povo e realiza a expiação (cf. Is 52,13-53,12); por outro lado, evoca a imagem do cordeiro pascal, símbolo da acção libertadora de Deus em favor de Israel (cf. Ex 12,1-28). Qualquer uma destas imagens sugere que a pessoa de Jesus está ligada à libertação dos homens.
A ideia é, aliás, explicitada pela definição da missão de Jesus: Ele veio para tirar ("eliminar") "o pecado do mundo". A palavra "pecado" aparece, aqui, no singular: não designa os "pecados" dos homens, mas um "pecado" único que oprime a humanidade inteira; esse "pecado" parece ter a ver, no contexto da catequese joânica, com a recusa da proposta de vida com que Deus, desde sempre, quis presentear a humanidade (é dessa recusa que resulta o pecado histórico, que desfeia o mundo e que oprime os homens). O "mundo" designa, neste contexto, a humanidade que resiste à salvação, reduzida à escravidão e que recusa a luz/vida que Jesus lhe pretende oferecer... Deus propôs-se tirar a humanidade da situação de escravidão em que esta se encontra; enviou ao mundo Jesus, com a missão de realizar um novo êxodo, que leve os homens da terra da escravidão para a terra da liberdade.
A segunda afirmação (o "Filho de Deus" que possui a plenitude do Espírito Santo e que baptiza no Espírito - cf. Jo 1,32-34) completa a anterior. Há aqui vários elementos bem sugestivos: o "cordeiro" é o Filho de Deus; Ele recebeu a plenitude do Espírito; e tem por missão baptizar os homens no Espírito.
Dizer que Jesus é o Filho de Deus é dizer que Ele é o Deus que se faz pessoa, que vem ao encontro dos homens, que monta a sua tenda no meio dos homens, a fim de lhes oferecer a plenitude da vida divina. A sua missão consiste em eliminar "o pecado" que torna o homem escravo e que o impede de abrir o coração a Deus.
Dizer que o Espírito desce sobre Jesus e permanece sobre Ele sugere que Jesus possui definitivamente a plenitude da vida de Deus, toda a sua riqueza, todo o seu amor. Por outro lado, a descida do Espírito sobre Jesus é a sua investidura messiânica, a sua unção ("messias" = "ungido"). O quadro leva-nos aos textos do Deutero-Isaías, onde o "Servo" aparece como o eleito de Jahwéh, sobre quem Deus derramou o seu Espírito (cf. Is 42,1), a quem ungiu e a quem enviou para "anunciar a Boa Nova aos pobres, para curar os corações destroçados, para proclamar a libertação aos cativos, para anunciar aos prisioneiros a liberdade" (Is 61,1-2
Jesus é, finalmente, aquele que baptiza no Espírito Santo. O verbo "baptizar" aqui utilizado tem, em grego, duas traduções: "submergir" e "empapar (como a chuva empapa a terra)"; refere-se, em qualquer caso, a um contacto total entre a água e o sujeito. "Baptizar no Espírito" significa, portanto, um contacto total entre o Espírito e o homem, uma chuva de Espírito que cai sobre o homem e lhe empapa o coração. A missão de Jesus consiste, portanto, em derramar o Espírito sobre o homem; e o homem que adere a Jesus, "empapado" do Espírito e transformado por essa fonte de vida que é o Espírito, abandona a experiência da escuridão ("o pecado") e alcança o seu pleno desenvolvimento, a plenitude da vida.
A declaração de João convida os homens de todas as épocas a voltarem-se para Jesus e a acolherem a proposta libertadora que, em nome de Deus, Ele faz: só a partir do encontro com Jesus será possível chegar à vida plena, à meta final do Homem Novo.
ACTUALIZAÇÃO
A reflexão pessoal e comunitária pode tocar os seguintes pontos:
• Em primeiro lugar, importa termos consciência de que Deus tem um projecto de salvação para o mundo e para os homens. A história humana não é, portanto, uma história de fracasso, de caminhada sem sentido para um beco sem saída; mas é uma história onde é preciso ver Deus a conduzir o homem pela mão e a apontar-lhe, em cada curva do caminho, a realidade feliz do novo céu e da nova terra. É verdade que, em certos momentos da história, parecem erguer-se muros intransponíveis que nos impedem de contemplar com esperança os horizontes finais da caminhada humana; mas a consciência da presença salvadora e amorosa de Deus na história deve animar-nos, dar-nos confiança e acender nos nossos olhos e no nosso coração a certeza da vida plena e da vitória final de Deus.
• Jesus não foi mais um "homem bom", que coloriu a história com o sonho ingénuo de um mundo melhor e desapareceu do nosso horizonte (como os líderes do Maio de 68 ou os fazedores de revoluções políticas que a história absorveu e digeriu); mas Jesus é o Deus que Se fez pessoa, que assumiu a nossa humanidade, que trouxe até nós uma proposta objectiva e válida de salvação e que hoje continua presente e activo na nossa caminhada, concretizando o plano libertador do Pai e oferecendo-nos a vida plena e definitiva. Ele é, agora e sempre, a verdadeira fonte da vida e da liberdade. Onde é que eu mato a minha sede de liberdade e de vida plena: em Jesus e no projecto do Reino ou em pseudo-messias e miragens ilusórias de felicidade que só me afastam do essencial?
• O Pai investiu Jesus de uma missão: eliminar o pecado do mundo. No entanto, o "pecado" continua a enegrecer o nosso horizonte diário, traduzido em guerras, vinganças, terrorismo, exploração, egoísmo, corrupção, injustiça... Jesus falhou? É o nosso testemunho que está a falhar? Deus propõe ao homem o seu projecto de salvação, mas não impõe nada e respeita absolutamente a liberdade das nossas opções. Ora, muitas vezes, os homens pretendem descobrir a felicidade em caminhos onde ela não está. De resto, é preciso termos consciência de que a nossa humanidade implica um quadro de fragilidade e de limitação e que, portanto, o pecado vai fazer sempre parte da nossa experiência histórica. A libertação plena e definitiva do "pecado" acontecerá só nesse novo céu e nova terra que nos espera para além da nossa caminhada terrena.
• Isso não significa, no entanto, pactuar com o pecado, ou assumir uma atitude passiva diante do pecado. A nossa missão - na sequência da de Jesus - consiste em lutar objectivamente contra "o pecado" instalado no coração de cada um de nós e instalado em cada degrau da nossa vida colectiva. A missão dos seguidores de Jesus consiste em anunciar a vida plena e em lutar contra tudo aquilo que impede a sua concretização na história.
PALAVRA PARA O CAMINHO.
Testemunho... A palavra "Servidor" regressa hoje em força, em Isaías, enquanto João nos convida a contemplar o Cordeiro de Deus investido da Força do Espírito, ao qual dá testemunho. E nós? O nosso testemunho ficará limitado a estas palavras do Credo proclamado ao domingo? Ou leva-nos a empenharmo-nos em acções concretas no seguimento do Servidor?
e/ou nos vídeos AQUI e AQUI.

Ó Cordeiro de Deus, escondido entre os homens!
Ó inconcebível bondade de Deus, que nos protegeis a cada passo, seja dado contínuo louvor à vossa misericórdia por não Vos terdes irmanado com os anjos, mas com os homens; é um milagre do insondável mistério da misericórdia. Toda a nossa confiança está em Vós, nosso Irmão primogénito, Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem.
O meu coração estremece de alegria ao ver como Deus é bom para nós, homens, tão miseráveis e ingratos, e, como prova do seu amor, nos oferece uma dádiva inconcebível, isto é, a Si mesmo, na pessoa de seu Filho. A esse mistério de amor, não o conseguiremos compreender por toda a eternidade. Ó humanidade, porque pensas tão pouco no facto de Deus Se encontrar verdadeiramente entre nós?
Ó Cordeiro de Deus, nem sei o que primeiro admirar em Vós, se a vossa mansidão ou a vossa vida oculta; se o vosso aniquilamento pelo homem ou esse incessante milagre da vossa misericórdia que transforma as almas e as ressuscita para a vida eterna. Embora estejais tão escondido, o vosso ser omnipotente revela-Se aqui mais do que na própria criação do homem. E, apesar da vossa misericórdia omnipotente atuar na justificação do pecador, essa vossa ação é silenciosa e oculta.
Santa Faustina Kowalska (1905-1938), religiosa, Diário (Fátima, Marianos da Imaculada Conceição, 2003), § 1584

sábado, 14 de janeiro de 2023

(in)PRENSA semanal (7-01-2023 a 13-01-2023): a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSAsemanal: a minha selecção!" que aí virão




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sexta-feira, 13 de janeiro de 2023

CINEMA&FILME: “Uma Bela Manhã”

O novo filme de Mia Hansen-Løve, mostra-nos uma mulher na encruzilhada. A realizadora regressa ao romanesco familiar das suas primeiras obras e sobe de nível em “Uma Bela Manhã”, filme com ótimos atores e de inspiração autobiográfico. Para saber mais clicar AQUI.

LIVRO&LEITURA: Obra Poética” de José Afonso

Quase 40 anos após a primeira edição, reencontramos a “Obra Poética” de José Afonso. A procura constante de outros espaços que nunca são aqui. Para saber mais clicar AQUI.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

BBC 100 Women 2022: Quem está na lista este ano?

A BBC revelou assim AQUI, a sua lista de 100 mulheres inspiradoras e influentes de todo o mundo para 2022.

Entre eles estão o fenômeno da música global Billie Eilish, a primeira-dama da Ucrânia Olena Zelenska, as atrizes Priyanka Chopra Jonas e Selma Blair, a 'czarina do pop russo' Alla Pugacheva, o alpinista iraniano Elnaz Rekabi, o atleta de salto triplo recorde Yulimar Rojas e o autor ganês Nana Darkoa Sekyiamah.

Esta é a décima temporada de 100 Women, então estamos aproveitando a oportunidade para explorar o progresso feito na última década. Embora tenha havido grandes avanços para os direitos das mulheres - desde o número de líderes femininas até o movimento MeToo - para as mulheres em muitos cantos do mundo, ainda parece que há um longo caminho a percorrer.

A lista também reflete o papel das mulheres no centro do conflito em todo o mundo em 2022 – desde as manifestantes que bravamente exigem mudanças no Irã, até as faces femininas do conflito e resistência na Ucrânia e na Rússia. Pela primeira vez este ano, também pedimos às 100 mulheres anteriores que indicassem outras que elas achavam que mereciam um lugar na lista de 2022.