"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























quarta-feira, 24 de abril de 2013

SAÚDE: Saiba quais são os piores alimentos que ingerimos!

Dr. Lair Ribeiro (Cardiologista e Nutrólogo)
- Autor de 35 livros, sendo que 15 se tornaram best sellers, 25 foram traduzidos para outros idiomas e disponíveis em mais de 40 países
- Teve 149 trabalhos científicos publicados em revistas médicas americanas indexadas
- Trabalhou em três universidades americanas: Harvard Medical School, Baylor College of Medicine e Thomas Jefferson University
- Hoje trabalha em vários países da América do Sul, Central, do Norte e na Europa, ministrando conferências e Workshops sobre desenvolvimento pessoal e profissional
- Ministra cursos para médicos na área de antienvelhecimento e modulação hormonal bioidêntica.


terça-feira, 23 de abril de 2013

LEITURA: Padre António Vieira

«São as palavras que nos prendem. São as palavras que nos libertam. A vida resume-se à procura da palavra que nem sempre encontramos. Em português, as palavras são Vieira. Ninguém antes dele, ninguém depois dele fez tanto com as palavras, fez tanto pelas palavras. Sem Vieira, não teríamos a língua que temos. Sem Vieira, que seria da língua portuguesa no Brasil? Nesse difícil século XVII da nossa história, Vieira abriu e espalhou a língua portuguesa, fez dela cultura, marcou o seu lugar no mundo.» Exatamente nesse tão difícil século XVII nosso, Vieira marcou muito mais do que o primacial destino na expansão da língua, por ter sido exímio orador e pensador rigoroso, sempre sob a capa omnipresente da teologia – é importante ter presente que Vieira era um jesuíta, e nessa condição existiu e agiu, se bem que com um aguçado espírito em que o seu génio de arguto diplomata se desenvolveu também, na selva brasileira, entre os índios, na corte portuguesa, especialmente com D. João IV, ou em Roma, junto ao Papa.
Ler mais em:

segunda-feira, 22 de abril de 2013

ESPIRITUALIDADE: Fé e sociedade

Pe. Rodrigo Lynce de Faria
Seria a vida em sociedade mais humana se não houvesse religiões? Para algumas pessoas a resposta é um rotundo “sim”. A religião parece ser uma fonte de discórdia, de violência e de falta de tolerância. Não parece trazer nada de útil para a vida social. Se ninguém acreditasse em Deus, a vida nesta Terra parece que seria muito mais humana.
Esta visão ― lugar-comum bastante difundido ― é simplista, superficial, pouco séria e nada científica. A História da Humanidade parece revelar precisamente o contrário. Estou plenamente de acordo com Sacks ― grande rabino das congregações judias da Commonwealth ― quando diz que uma sociedade, a longo prazo, não pode sobreviver sem a presença da fé religiosa em muitos dos seus membros.
A religião ― para aqueles que não acreditam em Deus ― pode parecer algo supérfluo que tenderia a desaparecer com o aumento do conhecimento científico. Se quero explicar o mundo já não preciso da Bíblia ― tenho a ciência! Se quero controlar o mundo já não preciso rezar ― tenho a tecnologia! Se quero o desenvolvimento económico já não preciso da ajuda de Deus ― tenho os mercados!
No entanto, porque é que, apesar de tanto conhecimento científico, ainda há religiões no século XXI? Talvez a religião sobreviva porque responde a perguntas nada “científicas” mas profundamente necessárias: Quem sou eu? De onde é que eu venho? Para onde é que eu vou? Qual o motivo da minha existência? Já sei que fui criado para ser feliz, mas o que é que eu faço com o sofrimento quando ele aparece? Meto a cabeça na areia? Ponho a minha fé na ciência, na tecnologia e nos mercados?
É difícil tentar construir algo de sólido na vida ― começando pela própria felicidade ― sem tentar dar uma resposta minimamente satisfatória a estas perguntas nada científicas.
A religião e a ciência não são inimigas: são complementares! Necessitamos da ciência para nos explicar o modo como funciona o universo. E necessitamos da religião para nos explicar porque é que ele existe, que fim tem e quem o construiu à medida do homem.
Além disso, sem crenças religiosas sérias, as pessoas perdem com muito mais facilidade um conceito fundamental para a vida social: o conceito de moralidade. É muito fácil que desapareçam as noções de bem e de mal uma vez que a pergunta sobre o bem é, na sua essência, uma pergunta religiosa. Tudo se torna relativo. Desaparecem os valores absolutos. Substitui-se o bem e o mal pelo correcto e o incorrecto.
É verdade que uma pessoa pode viver sem religião, mas isso não é o mesmo que dizer que uma sociedade possa viver sem referências morais. Sem elas, a sociedade fragmenta-se. Desaparece ― com muita facilidade ― a atitude altruísta de querer ajudar os outros sem receber nada em troca.
Termino com uma comparação que também é feita por Sacks: “Uma sociedade sem fé é como uma sociedade sem arte, sem música e sem beleza”. Parecem detalhes supérfluos, mas não o são.

domingo, 21 de abril de 2013

PALAVRA de DOMINGO: contextualizá-la para bem a entender e melhor vivê-la!

EVANGELHO – Jo 10,27-30
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Naquele tempo, disse Jesus:
«As minhas ovelhas escutam a minha voz.
Eu conheço as minhas ovelhas e elas seguem-Me.
Eu dou-lhes a vida eterna e nunca hão-de perecer
e ninguém as arrebatará da minha mão.
Meu Pai, que Mas deu, é maior do que todos
e ninguém pode arrebatar nada da mão do Pai.
Eu e o Pai somos um só».
AMBIENTE
O capítulo 10 do 4º Evangelho é dedicado à catequese do Bom Pastor. O autor utiliza esta imagem para apresentar uma catequese sobre a missão de Jesus: a obra do “Messias” consiste em conduzir o homem às pastagens verdejantes e às fontes cristalinas de onde brota a vida em plenitude.
A imagem do Bom Pastor não foi inventada pelo autor do 4º Evangelho. Literariamente falando, este discurso simbólico está construído com materiais provenientes do Antigo Testamento. Em especial, este discurso tem presente Ez 34 onde se encontra a chave para compreender a metáfora do pastor e do rebanho. Falando aos exilados na Babilónia, Ezequiel constata que os líderes de Israel foram, ao longo da história, falsos pastores que conduziram o Povo por caminhos de morte e de desgraça; mas – diz Ezequiel – o próprio Deus vai, agora, assumir a condução do seu Povo; Ele porá à frente do seu Povo um Bom Pastor (Messias), que o livrará da escravidão e o conduzirá à vida.
A catequese que o 4º Evangelho nos oferece do Bom Pastor sugere que a promessa de Deus afirmada por Ezequiel se cumpre em Jesus.
MENSAGEM
O texto que nos é proposto acentua, sobretudo, a relação estabelecida entre o Pastor (Cristo) e as ovelhas (os seus discípulos).
A missão desse Pastor (Cristo) é dar vida às ovelhas. Ao longo do Evangelho, João descreve, precisamente, a acção de Jesus como uma recriação e revivificação do homem, no sentido de fazer nascer o Homem Novo (cfr. Jo 3,3.5-6), o homem da vida em plenitude, o homem total, o homem que, seguindo Jesus, se torna “filho de Deus” (cf. Jo 1,12) e que é capaz de oferecer a vida por amor. Os que aceitam a proposta de vida que Jesus lhes faz não se perderão nunca (“nunca hão-de perecer e ninguém as arrebatará da minha mão” – Jo 10,28), pois a qualidade de vida que Jesus lhes comunica supera a própria morte (cf. Jo 3,16;8,51). O próprio Jesus está disposto a defender os seus até dar a própria vida por eles (cf. Jo 10,11), a fim de que nada nem ninguém (os dirigentes, os que estão interessados em perpetuar mecanismos de egoísmo, de injustiça, de escravidão) possa privar os discípulos dessa vida plena.
As ovelhas (os discípulos), por sua vez, têm de escutar a voz do Pastor e segui-l’O (cf. Jo 10,27). Isto significa que fazer parte do rebanho de Jesus é aderir a Ele, escutar as suas propostas, comprometer-se com Ele e, como Ele, entregar-se sem reservas numa vida de amor e de doação ao Pai e aos homens.
O texto termina com uma referência à identificação plena entre o projecto do Pai e o projecto de Jesus: para ambos, o objectivo é fazer nascer uma nova humanidade. Em Jesus está presente e manifesta-se o plano salvador do Pai de dar vida eterna (vida plena) ao homem; através da acção de Jesus, a obra criadora de Deus atinge o seu ponto culminante.
ACTUALIZAÇÃO
Considerar, na actualização da Palavra, os seguintes elementos:
• Na nossa cultura urbana, a imagem do pastor é uma parábola de outras eras, que pouco diz à nossa sensibilidade; em contrapartida, conhecemos bem a figura do líder, do presidente, do chefe: não raras vezes, é alguém que se impõe, que manipula, que arrasta, que exige… Mas o Evangelho que hoje nos é proposto convida-nos a descobrir a figura bíblica do Pastor: uma figura que evoca doação, simplicidade, serviço, dedicação total, amor gratuito. É alguém que é capaz de dar a própria vida para defender das garras das feras as ovelhas que lhe foram confiadas.
• Para os cristãos, o Pastor é Cristo: só Ele nos conduz para as “pastagens verdadeiras”, onde encontramos vida em plenitude. Nas nossas comunidades cristãs, temos pessoas que presidem e que animam. Podemos aceitar, sem problemas, que eles receberam essa missão de Cristo e da Igreja, apesar dos seus limites e imperfeições; mas convém igualmente ter presente que o nosso único Pastor, aquele que somos convidados a escutar e a seguir sem condições, é Cristo.
• As “ovelhas” do rebanho de Jesus têm de “escutar a voz” do Pastor e segui-l’O… Isso significa, concretamente, percorrer o mesmo caminho de Jesus, numa entrega total aos projectos de Deus e numa doação total, de amor e de serviço aos irmãos.
• Como distinguimos a “voz” de Jesus, o nosso Pastor, de outros apelos, de propostas enganadoras, de “cantos de sereia” que não conduzem à vida plena? Através de um confronto permanente com a sua Palavra, através da participação nos sacramentos onde se nos comunica a vida que o Pastor nos oferece e num permanente diálogo íntimo com Ele.

FONTE: http://www.dehonianos.org/portal/liturgia_dominical_ver.asp?liturgiaid=455

sábado, 20 de abril de 2013

(in)PRENSA semanal: a minha selecção

Para quem, que por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA: a minha selecção" que aí virão.

Alemanha deve 2,3 mil milhões de euros a Portugal por indemnizações da I Guerrahttp://expresso.sapo.pt/alemanha-deve-23-mil-milhoes-de-euros-a-portugal-por-indemnizacoes-da-i-guerra=f799714
Contrapoder: compacto da semana
“Políticos devem assumir verdade que pesa sobre o país”
A pergunta a que um dia vamos ter de responder
Diogo Morgado chora ao falar com Oprah Winfrey
Jogada de Sócrates e Barroso ajudou a cavar buraco de 832 milhões
Contribuintes que pagaram IMI a mais vão ser ressarcidos
Guilherme d'Oliveira Martins quer imposto

quinta-feira, 18 de abril de 2013

REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO: Milagre Eucarístico de Buenos Aires

O site do Padre Paulo Ricardo (http://padrepauloricardo.org) publicou um artigo nesta terça-feira (16 de abril de 2013) relatando como o Papa Francisco, então Cardeal Bergoglio, conduziu uma investigação para comprovar um dos maiores milagres eucarísticos ocorrido na história de Buenos Aires, em 1996.
Transcrevemos abaixo detalhes do artigo, além disso, você poderá lê-lo na íntegra, e assistir ao vídeo contendo o depoimento do Dr. Castañón que acompanhou as investigações, clicando na fonte citada ao final desta página:
“Foi o chamado Milagre Eucarístico de Buenos Aires, onde uma Hóstia Consagrada tornou-se Carne e Sangue. O Cardeal Jorge Bergoglio, Arcebispo de Buenos Aires, hoje Papa Francisco, ordenou que se chamasse um fotógrafo profissional para tirar fotos do acontecimento para que os fatos não se perdessem. Depois foram conduzidas pesquisas de laboratório coordenadas pelo Dr. Castañón.
A Hóstia Consagrada tornou-se Carne e Sangue
Às 19h de 18 de agosto de 1996, o Padre Alejandro Pezet celebrava a Santa Missa em uma Igreja no centro comercial de Buenos Aires. Como estava já terminando a distribuição da Sagrada Comunhão, uma mulher veio até a ele e informou que tinha encontrado uma hóstia descartada em um candelabro na parte de trás da igreja. Chegando ao lugar indicado, o Padre Alejandro Pezet viu a hóstia profanada. Como ele não pudesse consumi-la, colocou-a em uma tigela com água, como manda a norma local, e colocou-a no Santuário da Capela do Santíssimo Sacramento, aguardando que dissolvesse na água.
Na segunda-feira, 26 de agosto, ao abrir o Tabernáculo, viu com espanto que a Hóstia havia se tornado uma substância sangrenta. Relatou o fato então ao Arcebispo local, Cardeal Dom Jorge Bergoglio, que determinou que a Hóstia fosse fotografada profissionalmente. As fotos foram tiradas em 6 de setembro de 1996. Mostram claramente que a Hóstia, que se tornou um pedaço de Carne sangrenta, tinha aumentado consideravelmente de tamanho.
Análises Clínicas
Durante anos, a Hóstia permaneceu no Tabernáculo e o acontecimento foi mantido em segredo estrito. Desde que a Hóstia não sofreu decomposição visível, o Cardeal Bergoglio decidiu mandar analisá-la cientificamente.
Uma amostra do Tecido foi enviado para um laboratório em Buenos Aires. O laboratório relatou ter encontrado células vermelhas e brancas do sangue e do tecido de um coração humano. O laboratório também informou que a amostra de Tecido apresentava características de material humano ainda vivo, com as células pulsantes como se estivessem em um coração.
Testes e análises clínicas: “Não há explicação científica”
Em 1999, foi solicitado ao Dr. Ricardo Castañón Gomez que realizasse alguns testes adicionais. Em 5 de outubro de 1999, na presença de representantes do Cardeal Bergoglio, o Dr. Castañón retirou amostras do tecido ensanguentado e enviou a Nova York para análises complementares. Para não prejudicar o estudo, propositalmente não foi informado à equipe de cientistas a sua verdadeira origem.
O laboratório relatou que a amostra foi recebida do tecido do músculo do coração de um ser humano ainda vivo.
Cinco anos mais tarde (2004), o Dr. Gomez contatou o Dr. Frederic Zugibe e pediu para avaliar uma amostra de teste, novamente mantendo em sigilo a origem da amostra. Dr. Zugibe, cardiologista renomado, determinou que a matéria analisada era constituída de “carne e sangue” humanos. O médico declarou o seguinte:
“O material analisado é um fragmento do músculo cardíaco que se encontra na parede do ventrículo esquerdo, músculo é responsável pela contração do coração. O ventrículo cardíaco esquerdo bombeia sangue para todas as partes do corpo. O músculo cardíaco tinha uma condição inflamatória e um grande número de células brancas do sangue, o que indica que o coração estava vivo no momento da colheita da amostra, já que as células brancas do sangue morrem fora de um organismo vivo. Além do mais, essas células brancas do sangue haviam penetrado no tecido, o que indica ainda que o coração estava sob estresse severo, como se o proprietário tivesse sido espancado.”
Evidentemente, foi uma grande surpresa para o cardiologista saber a verdadeira origem do tecido. Dois cientistas australianos, o cientista Mike Willesee e o advogado Ron Tesoriero, testemunharam os testes. Ao saberem de onde a amostra tinha sido recolhida, demonstraram grande surpresa. Racional, Mike Willesee perguntou ao médico por quanto tempo as células brancas do sangue teriam permanecido vivas se tivessem vindo de um pedaço de tecido humano que permaneceu na água. “Elas deixariam de existir em questão de minutos”, disse o Dr. Zugibe. O médico foi então informado que a fonte da Amostra fora inicialmente deixada em água durante um mês e, em seguida, durante três anos em um recipiente com água destilada, sendo depois retirada para análise.
Dr. Mike Willesee Zugibe declarou que não há maneira de explicar cientificamente este fato: “Como e por que uma Hóstia Consagrada pode mudar e tornar-se Carne e Sangue humanos? Permanece um mistério inexplicável para a ciência, um mistério totalmente fora da minha jurisdição”.”

quarta-feira, 17 de abril de 2013

LEITURA: "Papa Francisco - Conversas com Jorge Bergoglio"

“Papa Francisco – Conversas com Jorge Bergoglio”, lançado esta terça-feira nas livrarias pela Paulinas Editora, é o resultado de uma entrevista ao arcebispo de Buenos Aires originalmente publicada em 2010 na Argentina. «Não se trata apenas de uma biografia, mas é um testemunho direto, em primeira pessoa, onde o novo papa dá a conhecer os acontecimentos que marcaram a sua vida, traçando um impressivo auto-retrato», refere a nota de apresentação. A conversa, que se prolongou por vários meses, é dirigida pelos jornalistas Sergio Rubin, argentino, e Francesca Ambrogetti, italiana. Apresentamos um dos capítulos da obra, onde Bergoglio fala sobre episódios da infância, família, vocação e as escolhas culturais, da leitura à dança, do cinema ao futebol.

terça-feira, 16 de abril de 2013

REFLEXÃO/MEDITAÇÃO: Culturas juvenis

Os jovens, de quem os sociólogos sublinham a estranheza à fé, são filhos de adultos que deixaram de dar espaço à própria fé cristã: continuam a pedir os sacramentos da fé, mas sem fé nos sacramentos; levam os filhos à Igreja mas não levam a Igreja aos seus filhos; favorecem o ensinamento da religião mas reduzem a religião a uma simples questão escolástica. Pedem às suas crianças para rezarem e irem à missa mas muitas vezes nem a sua sombra se vê na Igreja. E, sobretudo, os mais novos não encontraram os pais na oração ou na leitura do evangelho.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Papa Francisco : textos e multimédia

Conheça os nomes e os rostos dos oito cardeais que vão ajudar o papa a governar a Igreja e a reformar a Cúria Romana. Isto e muito mais em:
http://www.snpcultura.org/papa_francisco_index.html

ESPIRITUALIDADE: perfil de um comunicador fascinante

Cristo estabelece uma comunicação pessoal, direta, aberta à relação, fundada sobre o «tu» do outro que se encontra com Ele. Não é um guru que profere oráculos, nem um intelectual sofisticado e desdenhoso, nem um mestre esotérico. Além disso, Jesus aprecia tudo o que é concreto e essencial. Não fala por cima do ombro aos seus interlocutores, não se perde em banalidades, mas aponta para as expectativas decisivas, para as perguntas inquietantes, para as verdades últimas que explicam o presente. Cristo é, além disso, um anunciador global: não é um intelectual que confia apenas na mente e nas letras, mas também não é apenas um agente sociopolítico. Palavras e sinais, mensagem e ação, espírito e corporeidade estão unidos entre si numa revelação integral que conhece a proximidade total do outro.