"Porquê?" & "Para quê?"

Impõe-se-me, como autor do blogue, dar uma explicação, ainda que breve, do "porquê" e do "para quê" da sua criação. O título já por si diz alguma coisa, mas não o suficiente. E será a partir dele, título, que construirei esse "suficiente". Vamos a isso! Assim:
Dito de dizer, escrever, noticiar, informar, motivar, explicar, divulgar, partilhar, denunciar, tudo aquilo que tenho e penso merecer sê-lo. Feito de fazer, actuar, concretizar, agir, reunir, construir. Um pressupõe e implica, necessariamente, o outro - «de palavras está o mundo cheio». Se muitos & bons discursos ditos, mas poucas ou nenhumas acções que tornem o mundo, um lugar, no mínimo, suportável para se viver, «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço», então nada feito!!!

«Para bom entendedor meia palavra basta» - meu dito meu feito, palavras e motivo.





























sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

FILMES&CINEMA: “Do céu caiu uma estrela” e ...

... Cinema em 2018: Doze meses, doze filmes
Uma proposta de filmes para ver em 2018, alguns já com estreia marcada para Portugal. Do drama ao documentário, da comédia à inspiração histórica, da Bíblia ao humanismo, da Igreja ao mundo, os temas são múltiplos e abertos à reflexão individual e em grupo. Para saber mais, clicar AQUI.


“Do céu caiu uma estrela”: O milagre do anjo Clarence é a economia do dom
É verdade que não faltam neste filme os bons sentimentos e abundam as armadilhas emotivas, mas se o espetador tiver a paciência de se centrar na estrutura em que a narrativa se apoia, dar-se-á conta de que este cinema é tudo menos ingénuo. Para saber mais, clicar AQUI.



quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

LIVRO&LEITURA: “Rostos de misericórdia – Estilos de vida a irradiar”

A obra estimula o leitor a «descobrir os aspetos e os germes positivos» que fermentam o mundo contemporâneo, «como os anseios de uma cultura de misericórdia, ou seja, a cultura do encontro e do diálogo face à cultura da indiferença e do descartável». Para saber mais, clicar AQUI.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: Conselho Pontifício da Cultura debate "futuro da humanidade"


Conselho Pontifício da Cultura debate "futuro da humanidade"
Os temas em discussão, «que até há pouco tempo pareciam coisa de novelas de longas-metragens de ficção científica, e que se converteram agora em realidade, constituem igualmente desafios para a teologia e a pastoral da Igreja», lê-se no documento de enquadramento. Para saber mais clicar AQUI.
Papa lembra que «nem tudo o que é tecnicamente possível ou realizável é eticamente aceitável»
Os avanços na tecnologia, nomeadamente na inteligência artificial e na robótica, «induzem alguns a pensar» que se está diante «da aurora de uma nova era e do nascimento de um novo ser humano, superior àquele que conhecemos até agora», mas que colocam «grandes e graves interrogações», vincou o papa ao receber os participantes na assembleia plenária do Conselho Pontifício da Cultura. Para saber mais, clicar AQUI.
Igreja analisa efeitos da inteligência artificial na qualidade e objetivos de vida
O objetivo geral da Assembleia é abrir um diálogo sobre o futuro da humanidade, detendo-se em particular em algumas questões fundamentais, tais como o conceito de natureza humana, a relação entre mente e corpo, o papel da pessoa numa sociedade de máquinas pensantes. Para saber mais, clicar AQUI.
Podemos estar certos de que os robôs não fugirão da mão de quem os inventou?
Quando se exprime sobre estes temas, a Igreja é muitas vezes desqualificada ainda antes de tomar a palavra, taxada de ser contra o progresso. É portanto necessário um estilo inspirado no critério do inteligir, ou seja, do compreender analisando e julgando criticamente. Para saber mais, clicar AQUI.
Afetos, relações, espiritualidade: O que um computador não pode fazer
«A finalidade da tecnologia é ainda, nesta fase, encarada como instrumental. Mas estamos a entrar outra era em que os dispositivos tecnológicos se tornarão tendencialmente “objetos de companhia”», o que implica «um determinado grau afetivo de relação e uma prática habitual de convivência e cuidado.» Para saber mais, clicar AQUI.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

LIVRO&LEITURA: “Comentário à liturgia dominical e festiva – Ano B”

«Falta trabalhar uma formação bíblica das comunidades, para lá dos círculos especializados. Sabemos que muitos cristãos se aproximam da Bíblia com a melhor boa vontade e logo a abandonam, desiludidos, porque afinal a leitura é uma operação complexa que requer instrumentos e aprendizagem. Este livro é uma ótima ajuda.». Para saber mais, clicar AQUI.

domingo, 7 de janeiro de 2018

PALAVRA de DOMINGO: Contextual​izá-la para bem a entender e melhor vivê-la: EUCARISTIA, LITURGIA & VIDA!

Considerando:
1. "Três qualidades essenciais de uma homilia: Positiva, concreta, profética" AQUI
2. "A Palavra de Deus no quotidiano da vida eclesial" AQUI
3. "A autora recorda sobretudo a homilia dessa eucaristia, que não fez “lembrar nada a imagem da Igreja” que tinha “de pequenina”, e que a fez afastar-se depois de fazer a “primeira comunhão”. Para saber mais, clicar AQUI
4. "Os leitores mais atentos poderão confirmar se o Papa Francisco é coerente quando exige qualidade nas homilias como fez na exortação apostólica "A alegria do Evangelho" e a sua prática nas missas que celebra em Santa Marta. Basta ler o livro que reproduz muitas daquelas saborosas homilias feriais" - Pe. Rui Osório in JN de 11/1/2015 - "A verdade é um encontro" AQUI
5. Pregação «não é um sermão sobre um tema abstrato»: Vaticano apresenta diretório sobre homilias. Para saber mais clicar, AQUI
6. Diretório homilético: Para falar de fé e beleza mesmo quando não se é «grande orador». Ver AQUI
7. Papa mais,  pede aos padres para falarem ao «coração» e não fazerem «homilias demasiado intelectuais». Par saber mais, clicar AQUI.
8. Porquê ir à missa ao domingo? Ler AQUI.

Então:
Tema da Solenidade da Epifania do Senhor
A liturgia deste domingo celebra a manifestação de Jesus a todos os homens… Ele é uma “luz” que se acende na noite do mundo e atrai a si todos os povos da terra. Cumprindo o projecto libertador que o Pai nos queria oferecer, essa “luz” incarnou na nossa história, iluminou os caminhos dos homens, conduziu-os ao encontro da salvação, da vida definitiva.
A primeira leitura anuncia a chegada da luz salvadora de Jahwéh, que transfigurará Jerusalém e que atrairá à cidade de Deus povos de todo o mundo.
No Evangelho, vemos a concretização dessa promessa: ao encontro de Jesus vêm os “magos” do oriente, representantes de todos os povos da terra… Atentos aos sinais da chegada do Messias, procuram-n’O com esperança até O encontrar, reconhecem n’Ele a “salvação de Deus” e aceitam-n’O como “o Senhor”. A salvação rejeitada pelos habitantes de Jerusalém torna-se agora um dom que Deus oferece a todos os homens, sem excepção.
A segunda leitura apresenta o projecto salvador de Deus como uma realidade que vai atingir toda a humanidade, juntando judeus e pagãos numa mesma comunidade de irmãos – a comunidade de Jesus.
EVANGELHOMt 2,1-12
Leitura de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Tinha Jesus nascido em Belém da Judeia,
nos dias do rei Herodes,
quando chegaram a Jerusalém uns Magos vindos do Oriente.
«Onde está – perguntaram eles –
o rei dos judeus que acaba de nascer?
Nós vimos a sua estrela no Oriente
e viemos adorá-l’O».
Ao ouvir tal notícia, o rei Herodes ficou perturbado
e, com ele, toda a cidade de Jerusalém.
Reuniu todos os príncipes dos sacerdotes e escribas do povo
e perguntou-lhes onde devia nascer o Messias.
Eles responderam: «Em Belém da Judeia,
porque assim está escrito pelo profeta:
‘Tu, Belém, terra de Jusá,
não és de modo nenhum a menor
entre as principais cidades de Judá,
pois de ti sairá um chefe,
que será o Pastor de Israel, meu povo’».
Então Herodes mandou chamar secretamente os Magos
e pediu-lhes informações precisas
sobre o tempo em que lhes tinha aparecido a estrela.
Depois enviou-os a Belém e disse-lhes:
«Ide informar-vos cuidadosamente acerca do Menino;
e, quando O encontrardes, avisai-me,
para que também eu vá adorá-l’O».
Ouvido o rei, puseram-se a caminho.
E eis que a estrela que tinham visto no Oriente
seguia à sua frente
e parou sobre o lugar onde estava o Menino.
Ao ver a estrela, sentiram grande alegria.
Entraram na casa,
viram o Menino com Maria, sua Mãe,
e, prostrando-se diante d’Ele,
adoraram-n’O.
Depois, abrindo os seus tesouros,
ofereceram-Lhe presentes:
ouro, incenso e mirra.
E, avisados em sonhos
para não voltarem à presença de Herodes,
regressaram à sua terra por outro caminho.
AMBIENTE
O episódio da visita dos magos ao menino de Belém é um episódio simpático e terno que, ao longo dos séculos, tem provocado um impacto considerável nos sonhos e nas fantasias dos cristãos… No entanto, convém recordar que estamos ainda no âmbito do “Evangelho da Infância”; e que os factos narrados nesta secção não são a descrição exacta de acontecimentos históricos, mas uma catequese sobre Jesus e a sua missão… Por outras palavras: Mateus não está aqui interessado em apresentar uma reportagem jornalística que conte a visita oficial de três chefes de estado estrangeiros à gruta de Belém; mas está interessado em (recorrendo a símbolos e imagens bem expressivos para os primeiros cristãos) apresentar Jesus como o enviado de Deus Pai, que vem oferecer a salvação de Deus aos homens de toda a terra.
MENSAGEM
A análise dos vários detalhes do relato confirma que a preocupação do autor (Mateus) não é de tipo histórico, mas catequético.
Notemos, em primeiro lugar, a insistência de Mateus no facto de Jesus ter nascido em Belém de Judá (cf. vers. 1.5.6.7). Para entender esta insistência, temos de recordar que Belém era a terra natal do rei David e que era a Belém que estava ligada a família de David. Afirmar que Jesus nasceu em Belém é ligá-l’O a esses anúncios proféticos que falavam do Messias como o descendente de David que havia de nascer em Belém (cf. Mi 5,1.3; 2 Sm 5,2) e restaurar o reino ideal de seu pai. Com esta nota, Mateus quer aquietar aqueles que pensavam que Jesus tinha nascido em Nazaré e que viam nisso um obstáculo para o reconhecerem como o Messias libertador.
Notemos, em segundo lugar, a referência a uma estrela “especial” que apareceu no céu por esta altura e que conduziu os “magos” para Belém. A interpretação desta referência como histórica levou alguém a cálculos astronómicos complicados para concluir que, no ano 6 a.C., uma conjunção de planetas explicaria o fenómeno luminoso da estrela refulgente mencionada por Mateus; outros andaram à procura de um cometa que, por esta época, devia ter sulcado os céus do antigo Médio Oriente… Na realidade, é inútil procurar nos céus a estrela ou cometa em causa, pois Mateus não está a narrar factos históricos. Segundo a crença popular da época, o nascimento de uma personagem importante era acompanhado da aparição de uma nova estrela. Também a tradição judaica anunciava o Messias como a estrela que surge de Jacob (cf. Nm 24,17). Ora, é com estes elementos que a imaginação de Mateus, posta ao serviço da catequese, vai inventar a “estrela”. Mateus está, sobretudo, interessado em fornecer aos cristãos da sua comunidade argumentos seguros para rebater aqueles que negavam que Jesus era esse Messias esperado.
Temos ainda as figuras dos “magos”. A palavra grega “mágos”, usada por Mateus, abarca um vasto leque de significados e é aplicada a personagens muito diversas: mágicos, feiticeiros, charlatães, sacerdotes persas, propagandistas religiosos… Aqui, poderia designar astrólogos mesopotâmios, em contacto com o messianismo judaico. Seja como for, esses “magos” representam, na catequese de Mateus, esses povos estrangeiros de que falava a primeira leitura (cf. Is 60,1-6), que se põem a caminho de Jerusalém com as suas riquezas (ouro e incenso) para encontrar a luz salvadora de Deus que brilha sobre a cidade santa. Jesus é, na opinião de Mateus e da catequese da Igreja primitiva, essa “luz”.
Além de uma catequese sobre Jesus, este relato recolhe, de forma paradigmática, duas atitudes que se vão repetir ao longo de todo o Evangelho: o Povo de Israel rejeita Jesus, enquanto que os “magos” do oriente (que são pagãos) O adoram; Herodes e Jerusalém “ficam perturbados” diante da notícia do nascimento do menino e planeiam a sua morte, enquanto que os pagãos sentem uma grande alegria e reconhecem em Jesus o seu salvador.
Mateus anuncia, desta forma, que Jesus vai ser rejeitado pelo seu Povo; mas vai ser acolhido pelos pagãos, que entrarão a fazer parte do novo Povo de Deus. O itinerário seguido pelos “magos” reflecte a caminhada que os pagãos percorreram para encontrar Jesus: estão atentos aos sinais (estrela), percebem que Jesus é a luz que traz a salvação, põem-se decididamente a caminho para O encontrar, perguntam aos judeus – que conhecem as Escrituras – o que fazer, encontram Jesus e adoram-n’O como “o Senhor”. É muito possível que um grande número de pagano-cristãos da comunidade de Mateus descobrisse neste relato as etapas do seu próprio caminho em direcção a Jesus.
ACTUALIZAÇÃO
Considerar as seguintes questões:
• Em primeiro lugar, meditemos nas atitudes das várias personagens que Mateus nos apresenta em confronto com Jesus: os “magos”, Herodes, os príncipes dos sacerdotes e os escribas do povo… Diante de Jesus, o libertador enviado por Deus, estes distintos personagens assumem atitudes diversas, que vão desde a adoração (os “magos”), até à rejeição total (Herodes), passando pela indiferença (os sacerdotes e os escribas: nenhum deles se preocupou em ir ao encontro desse Messias que eles conheciam bem dos textos sagrados). Identificamo-nos com algum destes grupos? Não é fácil “conhecer as Escrituras”, como profissionais da religião e, depois, deixar que as propostas e os valores de Jesus nos passem ao lado?
• Os “magos” são apresentados como os “homens dos sinais”, que sabem ver na “estrela” o sinal da chegada da libertação… Somos pessoas atentas aos “sinais” – isto é, somos capazes de ler os acontecimentos da nossa história e da nossa vida à luz de Deus? Procuramos perceber nos “sinais” que aparecem no nosso caminho a vontade de Deus?
• Impressiona também, no relato de Mateus, a “desinstalação” dos “magos”: viram a “estrela”, deixaram tudo, arriscaram tudo e vieram procurar Jesus. Somos capazes da mesma atitude de desinstalação, ou estamos demasiado agarrados ao nosso sofá, ao nosso colchão especial, à nossa televisão, à nossa aparelhagem, ao nosso computador? Somos capazes de deixar tudo para responder aos apelos que Jesus nos faz através dos irmãos?
• Os “magos” representam os homens de todo o mundo que vão ao encontro de Cristo, que acolhem a proposta libertadora que Ele traz e que se prostram diante d’Ele. É a imagem da Igreja – essa família de irmãos, constituída por gente de muitas cores e raças, que aderem a Jesus e que O reconhecem como o seu Senhor.







 Aos reis magos
Ela reza pela conversão dos Herodes deste mundo, os homens investidos de poder nos cargos políticos, nas grandes empresas e na comunicação social, aqueles que, com astúcia discreta, continuam a impedir que o verdadeiro Rei seja conhecido. Para saber mais, clicar AQUI.
 

sábado, 6 de janeiro de 2018

inPRENSA semanal: a minha selecção!

Quem, por qualquer razão, não leu, não deve deixar de ler. Assim, não só fica a saber, mas também pode, com mais&melhor fundamento, opinar e, "a curto, médio ou longo prazo", optar e decidir, não deixando que outros o façam por si - se bem me faço entender eis a razão desta e de outras "(in)PRENSA semanal: a minha selecção!" que aí virão.


Constitucionalistas chumbam alteração polémica à lei
Marcelo já decidiu: vai vetar lei do financiamento dos partidos
Soldado que desertou da Coreia do Norte é imune ao antraz (e isso é preocupante)
Fawzi al Junaidi, o jovem que se tornou no símbolo dos protestos na Palestina
O dia seguinte
As fotos que mostram as tragédias e as alegrias de 2017
A voz de um outro futuro
2018. O ano de Portugal
"Dando a Portugal um lugar de honra no meu livro não fiz mais do que prestar-lhe justiça"
Há 50 anos uma revolução sem pecado nem razão para arrependimento
Um país saboroso
Condutor salva homem e criança na Ponte Vasco da Gama
Acabou o Tempo. Mulheres poderosas de Hollywood lançam contra-ataque
O monge “mais letrado do mundo” criou a base da computação há mais de 1200 anos
Protestos no Irão
Porque é que os iranianos estão em protesto?
Marcelo explicado aos partidos
O direito ao reconhecimento
Nuno Galopim. "O Festival da Eurovisão lisboeta vai ser todo à beira-rio. Com todos a bordo, all aboard"
Os acontecimentos que vão marcar 2018
Reinventar o país
Reinventar o futuro
Os 15 minutos de vídeo que mostram como os partidos esconderam o que estavam a aprovar no financiamento partidário
A acta que ninguém conhecia e que diz o que não aconteceu
CDS vai mais longe que Marcelo e quer impedir retroactividade
Fernando Negrão defende redução de deputados para melhorar trabalho parlamentar
Restauração e alojamento querem 40 mil trabalhadores
Racionalidade e cortes na despesa
Papa: "Não basta não fazer mal, é preciso escolher fazer o bem"
Fisco desiste de cobrar 125 milhões à Brisa
O chocolate pode ter os dias contados
Islândia é o primeiro país a obrigar por lei a igualdade salarial entre homens e mulheres
Jorge Miranda diz que lei do financiamento dos partidos "colide com o regular funcionamento das instituições"
A humilhação continua
Guerra das Estrelas: uma história bíblica
O cancro da Igreja
O ressentimento vende mas não dura
45 anos depois há um inimigo que continua a matar veteranos do Vietname
De onde vem este silêncio?

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

LIVRO&LEITURAS: “Nossa Senhora e a história de Portugal – Alianças com Santa Maria”

«Como se os anos portugueses fossem contas de um prolongado rosário. Como se cada dezena – gozosa, luminosa, dolorosa ou gloriosa – se tornasse numa época nacional»: é nestes termos que o cardeal-patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, se refere ao livro “Nossa Senhora e a história de Portugal – Alianças com Santa Maria”. Para saber mais, clicar AQUI.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

REVISTA&LEITURA: “Fátima XXI”, «Os efeitos da revolução cristã ainda não acabaram»

«De todas as fórmulas que conheço, religiosas e filosóficas, não há nenhuma que me pareça superior àquela que o cristianismo representa e representou no mundo até hoje. A grande revolução humana que se operou na história foi a do cristianismo.». Para saber mais, clicar AQUI.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

FILME&CINEMA: Forrest Gump, o anti-heroi que corre impelido pelo amor

«Não sou um homem inteligente, mas sei o que significa o amor», diz Forrest, orgulhoso por uma vez, depois de Jenny ter rejeitado com doçura a sua proposta de casamento. Pode dispensar-se tudo, até a inteligência. Mas é o amor, e nada mais, que nos faz correr e nos faz esperar. Para saber mais, clicar AQUI.